quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Dois exemplos de que a força de vontade leva as pessoas a lugares dificies de imaginar



Luis Medina, nasceu sem parte dos braços, sem a perna esquerda, sem o maxilar e sem a língua, foi abandonado pelo pais numa calçada e agora é jogador de de ping-pong.

Carlos Michel, nasceu com uma doença que provoca a rigides de todas as articulaçoes de seu corpo, mas mesmo assim Carlucho, como é conhecido, é dos maiores jogadores paraolimpicos de Tenis de mesa do Brasil.

Os dois são adversários há anos em capeonatos paraolimpicos e agora se enfrentam novamente.

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Série superação.




A série aborda a vida de pessoas que enfrentaram as dificuldades e alcançaram o reconhecimento.

A priemria história é da portadora de síndrome de Down, Aline Fávaro, que se destaca como bailarina.

A segunda história é da jornalista Valéria Baracat, que enfrentou um câncer de mama e criou uma instituição que ajuda na conscientização das mulheres sobre a doença.



A terceira história é do altleta praolimpico, Edvaldo Prado, que possui o recorde mundial ao nadar sem parar por mais de 4 horas. Atualmente Edvaldo ocupa o terceiro lugar no ranking mundial de Natação na sua categoria.

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Programa Sem Barreiras mostra o exemplo atletas paraolímpicos

Garoto dá exemplo de superação no esporte.




STADIUM (RJ) • REPORTAGEM • 1/8/2010 • 15:00:00 • TV BRASIL


O jiu-jitsu se tornou um instrumento de inclusão social em Duque de Caxias, no Rio de Janeiro. O esporte mudou a vida de jovens carentes, em especial a vida de Jonathan da Conceição. Um exemplo de como é possível vencer, seja qual for a dificuldade.

Jonathan luta desde que nasceu. Ele teve má formação congênita e com três anos teve que amputar parte da perna direita.
Repórter: Joanna Collares

terça-feira, 29 de junho de 2010

Câmara Ligada Curto apresenta o desafios das pessoas com deficiências.



Entrar no mercado de trabalho não é fácil para ninguém, mas as pessoas com deficiências enfrentam um desafio extra, o preconceito. No setor público, a legislação garante até 20% das vagas para pessoas com deficiências. Muitas pessoas nessa situação utilizam o esporte como trabalho, e desenvolvem atividades como musculação e tênis.


Basquete de cadeirantes anima público Competição do Parajasc, Itajaí

A sexta edição dos Jogos Abertos Paradesportivos de Santa Catarina (Parajasc) estão animadas. Uma das preferidas do público é o basquete em cadeiras de rodas. As disputas da modalidade começaram na noite deste domingo, 27, no Ginásio da Univali, em Itajaí, Santa Catarina. O público estava em bom número e vibrou com as jogadas.

O primeiro jogo da noite reuniu as equipes de Chapecó e Concórdia, que mostraram em quadra uma disputa bastante acirrada. No fim prevaleceu a vitória do time da equipe concordiense por 56 a 19.

Apontado como favorito, o Concordiense é formado há quatro anos e reúne jogadores deficientes (amputados e paraplégicos) que treinam duas vezes por semana. Bicampeão dos Parajasc, nas edições de 2008 e 2009, primeiro colocado nos jogos regionais sul em 2008 e atualmente disputando o Campeonato Catarinense de Cadeirantes, a equipe novamente fez uma boa partida.Já a equipe de Chapecó é formada há quatro anos, e treina duas vezes por semana. Ano passado conquistou o Campeonato da Liga Oeste.


Os Parajasc ocorrem até o dia 30 de junho, nas modalidades de atletismo, bocha, ciclismo, goalball, natação, xadrez, basquete, futsal e tênis de mesa.

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Brasil em prol do desenvolvimento do esporte

NBR NOTÍCIAS (DF) • REPORTAGEM • 2/6/2010 • NBR

Em reportagem especial, o NBR Notícias fala sobre a importância das políticas especiais de esporte para atletas brasileiros de alto nível. A reportagem enfatiza que com a criação do Ministério do esporte, cerca de R$ 240 milhões devem ser disponibilizados para infra-estrutura e formação de uma rede nacional de treinamento em prol do desenvolvimento do esportes, inclusive o paraolímpico, no Brasil.

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Deficiente visual participa da Volta do Lago Caixa.



Ailton não enxerga mais disputada com os outros atletas em pé de igualdade a volta do Lago Caixa.

Mães apóiam filhos em esporte paraolímpico!!



Em Niterói, três mulheres mostram o que é dedicação e amor. Elas são fundamentais para apoiar os filhos atletas, que possuem paralisia cerebral. Há sete anos as três mães praticam junto com os filhos a Bocha paraolímpica. Todos os dias eles estão na ANDEF, Associação Niteroiense dos deficientes Físicos no Rio de Janeiro.

Deficientes físicos realizam caminhada de protesto.



Dois portadores de deficiência física chegaram a Brasília com uma história especial. Há 40 dias eles deixaram São Paulo, um deles a pé e o outro em uma cadeira de rodas. Eles querem chamar a atenção do governo e da sociedade para os problemas que os deficientes enfrentam em todo o país. Eles pretendem se encontrar com o presidente Lula.

terça-feira, 18 de maio de 2010

Seminário sobre educação física inclusiva e Paraolimpíadas é realizado na Câmara


O desempenho do Brasil nas paraolimpíadas vem melhorando a cada nova Competição. Em 2008, em Pequim, a delegação brasileira conquistou 47 medalhas e ficou em 9º lugar do ranking. Porém, os bons resultados ainda não foram suficientes para alavancar a prática da educação física entre as crianças com deficiência. Um seminário, realizado pela Comissão de Desporto discutiu propostas para incluir estas crianças no mundo do esporte.

quarta-feira, 12 de maio de 2010

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Conheça a história de três mulheres que dedicam a vida para apoiar os filhos atletas.

Para ampliar o conhecimento.

CORREIO BRAZILIENSE (DF) • ESPORTES • 10/5/2010
Ananda Rope.


Primeira Academia Paraolímpica Brasileira será inaugurada hoje, na Universidade Federal de Uberlândia, Minas Gerais. Ideia é melhorar a preparação de técnicos e atletas
Com o objetivo de conquistar o sétimo lugar no quadro geral de medalhas nas paraolimpíadas de Londres-2012 e o quinto nos Jogos do Rio de Janeiro-2016, o Comitê paraolímpico Brasileiro (CPB) inaugura hoje a primeira Academia paraolímpica Brasileira, ou Centro de Formação do esporte paraolímpico(Cefep), na Universidade Federal de Uberlândia (UFU), em Minas Gerais. “A nossa expectativa é de que a Academia paraolímpica ajude a empreender mudanças significativas no esporte brasileiro. Esperamos ter uma melhor preparação dos nossos atletas”, aposta o presidente do CPB, Andrew Parsons. Criada para ligar aqueles que produzem o conhecimento científico no Brasil ao esporte paraolímpico, a Academia terá sua sede inicial em Minas. Mas a longo prazo a iniciativa deve expandir-se pelo país. “A UFU foi a primeira entidade que se colocou à disposição e ofereceu uma estrutura, que foi equipada com recursos financeiros do Ministério do esporte. Pretendemos fortalecer e consolidar a Academia paraolímpica Brasileira antes de abrir novos centros”, ressalta Parsons.

Em países desenvolvidos, a parceria da ciência e da universidade com o paradesporto é pródiga. Entretanto, o Brasil estava atrasado. Coordenada por professores universitários de diferentes estados, a Academia surge como o elo entre aqueles que produzem o conhecimento científico no país e o esporte paraolímpico.

OS PIONEIROS

Os atletas das seleções brasileiras de Natação, Atletismo e judô foram os estreantes na parceira do CPB com o meio acadêmico. Ainda no ano passado, a Universidade de Campinas (SP) e a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) realizaram uma bateria de exames com os esportistas.

A nossa expectativa é de que a Academia paraolímpica ajude a empreender mudanças significativas no esporte brasileiro. Esperamos ter uma melhor preparação dos nossos atletas”

Andrew Parsons, presidente do Comitê paraolímpico Brasileiro (CPB)

O número

47

Número de medalhas conquistadas pelo Brasil nas paraolimpíadas de

Pequim-2008. Foram 16 de ouro, 14 de prata e 17 de bronze, que garantiram a 9ª posição ao país no quadro de medalhas

Atualização literária

A Academia paraolímpica Brasileira será baseada em três pilares: a relação com o meio acadêmico, a capacitação de profissionais para o esporte paraolímpico e a publicação de material didático. Parcerias com as universidades já vêm acontecendo há algum tempo, como é o caso da Universidade de Brasília (UnB), que forma atletas. Mas a capacitação de novos profissionais é uma inovação.

“A gente ainda tem essa ausência de estudos. O grande meio dos acadêmicos são os artigos publicados em revistas científicas”, explica o coordenador da Comissão Científica do CPB, professor José Júlio Gavião. “A intenção da Academia é lançar livros para auxiliar as pessoas que fazem o esporte paraolímpico em sua base, com uma literatura mais acessível para técnicos e professores de educação física”, continua o professor.

Com poucas referências literárias sobre a categoria — os mais recentes são dos anos 90 —, a Academia lançará seu primeiro livro sobre o esporte paraolímpico ainda neste ano, em setembro. A obra será assinada pelos professores Ciro Winckler e Marco Túlio de Mello, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

“O livro trará as noções básicas, regras e história das 20 modalidades (1)das paraolimpíadas de Verão, além de textos sobre classificação funcional e um pouco da política do esporte paraolímpico. Infelizmente, a literatura nessa área no Brasil está muito desatualizada”, lamenta Winckler.

1 - Tudo começou em Roma

A primeira edição das paraolimpíadas aconteceu em Roma, em 1960. Desde então, outras 12 foram disputadas. As provas são abertas a portadores de vários tipos de deficiência física e mental. Conheça as 20 modalidades disputadas nas paraolimpíadas:

- Tiro com arco

- Ciclismo

- futebol de 7

- Levantamento de peso

- Tiro esportivo

- Voleibol sentado

- Rúgbi em cadeira de rodas

- Atletismo

- Hipismo

- Goalball

- Remo adaptável

- Natação

- basquete em cadeira de rodas

- Tênis em cadeira de rodas

- Bocha

- futebol de 5

- judô

- Vela

- Tênis de mesa


- Esgrima em cadeira de rodas

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Paraolímpiadas de Londres ganha patrocinador exclusivo

O Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos e paraolímpicos de Londres de 2012 (LOCOG) nomeou a rede de supermercados Sainsbury's como seu primeiro patrocinador somente paraolímpico. Este compromisso é histórico para o Movimento paraolímpico é o maior patrocínio da história dos Jogos.

“O IPC tem o orgulho de ver a Sainsbury's como primeiro patrocinador apenas para os Jogos paraolímpicos para Londres 2012", disse Sir Philip Craven, Presidente do IPC.

A Sainsbury's irá utilizar a sua rede de mais de 850 lojas para ajudar a promover os Jogos. Como parte do seu comprometimento com LOCOG, Sainsbury's vai realizar uma campanha de mídia em 2012 para apoiar os Jogos paraolímpicos.

"Estamos lisonjeados em nos tornarmos o patrocinador oficial dos Jogos paraolímpicos de 2012", afirmou o CEO da rede, Justin King.

"A visão na qual o movimento paraolímpico foi fundado complementa o compromisso da nossa marca de promover a saúde em todas as idades".

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Helena já pensa nos Parajasc.

Vejam a matéria abaixo sobre a competiçao Paraolimpica do Estado de Santa Catarina.

Devemos cobrar das autoridades do GDF para que realizemos nosso competição Paraolímpica tambem aqui na Capital do PAÍS.



A NOTÍCIA (SC) • CADERNOS • 22/4/2010


A nadadora e paratleta de Guaramirim, Maria Helena Eggert, já está com voltada aos Jogos Paradesportivos de Santa Catarina (Parajasc), que ocorrem em junho, em Itajaí. No fim de semana passado, ela encerrou a temporada de travessias do Circuito Mercosul com vitória na modalidade Pessoa Portadora de Necessidades Especiais (PPNE) em Itapema.


Helena vive um bom momento com o conquista de uma das duas Copas Verão de Travessia, que foram disputadas recentemente no litoral Norte.

Segundo a nadadora, “a melhor performance foi na prova disputada em São Francisco do Sul, quando consegui o primeiro lugar”, relembrou, bem-humorada.

“Um dos maiores desafios da minha vida foi em Bombinhas quando completei em primeiro lugar uma travessia noturna, em fevereiro”, destacou a paratleta.

Nos Parajasc em Itajaí, Helena Eggert deve competir em quatro provas: 50 metros livres, costas e peito e nos 100 metros livres.

“Ainda estou estudando com meu treinador se irei ou não participar dos 200 metros livres. Eu até gostaria, mas ele acha que pode ser um pouco desgastante”, comentou a nadadora, que promete representar bem Guaramirim na tradicional disputa.

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Acessibilidade sem restrições.

CORREIO BRAZILIENSE (DF) • SUPLEMENTOS • 15/4/2010
Paula Carolina

Com o mercado de veículos como um todo, cresce o segmento voltado para os portadores de necessidades especiais, oferecendo cada vez mais diferentes e amplas possibilidades de adaptação, tanto para o motorista quanto para o conforto do passageiro. Em sua nona edição, a Feira Internacional de Tecnologias em Reabilitação, Inclusão e Acessibilidade (Reatech), que começa hoje, em São Paulo — Centro de Exposições Imigrantes —, conta com nove montadoras entre os expositores, além de empresas de adaptação, serviços e áreas afins. A Citroën participa pela primeira vez e mostra quatro veículos adaptados — C3, C4 hatch, C4 Pallas e Xsara Picasso —, além de lançar o Jumper Vetrato, produzido na fábrica mineira de Sete Lagoas.

A Fiat mostra sua linha com câmbio automatizado Dualogic (Palio, Palio Weekend, Siena, Idea, Linea e Stilo), alguns liberados para test-drive. Entre as adaptações, o Linea com comando manual universal (acelerador e freio manuais) e pomo giratório no volante; um Palio e uma perua Weekend Locker com acelerador esquerdo, pomo giratório e comando manual Comfort.

Uma equipe de vendedores da GM atenderá o público, apta a informar sobre a aquisição de veículo com isenção de impostos (os portadores de necessidades especiai têm isenção de IPI, ICMS e IPVA na compra de carro 0km). Estarão expostos os modelos Meriva com câmbio Easytronic, Astra automático e Agile.

Pela Honda, Civic, Fit e City, também disponíveis para test-drive, além do importado CR-V. A Nissan mostra Grand Livina e Livina, que permitem adaptação de pomo giratório, banco móvel, acelerador e freio manuais e acelerador à esquerda. A Nissan também dará ênfase ao programa Direção Especial, lançado ano passado, com o objetivo de dirimir todas as dúvidas relativas à compra de carro com isenção fiscal. Link especial está no site da montadora (www.nissan.com.br, clicando em veículos e direção especial).

Adaptação

Em sua oitava participação no evento, a Toyota traz Corolla, SW4 e RAV4. Outro atrativo será o Túnel Toyota, um espaço com exposição de vídeos, localizado na entrada principal do centro de exposições, contando histórias de pessoas portadoras de deficiência que superaram seus limites por meio do esporte. A Toyota conta, ainda, com um programa de inclusão, com informações sobre os procedimentos para habilitação, isenção de impostos e adaptação.

Os modelos expostos no estande da VW incluem Polo Comfortline 1.6 I-Motion (automatizado), Fox Prime 1.6 I-Motion e Voyage Comfortline 1.6 I-Motion. O Polo e o Fox estarão disponíveis para teste, além de um Gol Power 1.6 I-Motion. A VW tem o Programa Mobility, que possibilita adaptações de embreagem computadorizada, freio e acelerador manuais e acelerador à esquerda. Também participam Ford e Peugeot, que não retornaram até o fechamento da edição. Outras informações sobre o evento: www.reatech.tmp.br.

terça-feira, 6 de abril de 2010

Curitiba cria a Secretaria Especial dos Direitos das Pessoas com Deficiência


No Paraná, Curitiba cria a Secretaria Especial dos Direitos das Pessoas com Deficiência, o novo orgão vai elaborar projetos para inclusão social e garantir a acessibilidade plena. E o Instituto Superar lançou um site de relacionamento para as pessoas com deficiência, a rede social Acesse está em alta com mais de mil usuários, entre os internautas está o atleta Daniel Dias.

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Brasil quer atletas paraolímpicos mais bem preparados


Para isto, um centro de ciência e tecnologia desenvolve, no Rio de Janeiro, um trabalho para melhorar o desempenho dos atletas, entre eles o campeão Clodoaldo Silva.

REPÓRTER BRASIL 2ª EDIÇÃO (DF) • REPORTAGEM • 3/4/2010
Repórter: Joanna Colares

quinta-feira, 1 de abril de 2010

Meta: Um quinto lugar estará bem.

CORREIO BRAZILIENSE (DF) • ESPORTES
Ananda Rope
Comitê Paraolímpico Brasileiro se reúne em Brasília e traça metas em relação ao quadro geral de medalhas dos Jogos de 2016.
Cartola promete valorizar a base
A primeira Paraolimpíada no Brasil será daqui a seis anos. Isso dá ao país 2.190 dias para planejar, estruturar e organizar um dos maiores eventos esportivos mundiais. Consciente do desafio da realização e da preparação dos atletas, o Comitê paraolímpico Brasileiro (CPB) reuniu em Brasília, durante esta semana, todas as entidades que gerem a modalidade no país para planejar os passos do segmento até 2016. Nono lugar no quadro geral de medalhas em Pequim (2008), a ordem geral é que o Brasil consiga ficar entre os sete primeiros nos Jogos de Londres (2012) e em quinto nos Jogos do Rio de Janeiro (2016). “As confederações paraolímpicas tiveram três meses para elaborar um planejamento com o foco em 2016. Eles foram apresentados, discutidos, passarão por alguns ajustes e depois serão anexados ao projeto do CPB, que será entregue até o final de abril ao ministro do Esporte (Orlando Silva)”, revelou o presidente do CPB, Andrew Parsons. Segundo o dirigente, todos os olhos e esforços serão voltados aos atletas de base (12 a 17 anos) que tenham potencial para serem ouro em 2016. “Temos a Lei Agnelo/Piva que determina que 10% da arrecadação seja destinada ao desporto escolar. Já revitalizamos a Paraolimpíada Escolar e temos trabalhado com a detecção de atletas com potencial desde cedo”, garantiu. A tenista brasiliense Natália Mayara Costa está entre os potenciais apontados por Andrew Parsons. Aos 15 anos, ela acumula os títulos de campeã individual e em dupla mista nos Jogos Parapan-Americanos da Colômbia (2009) e do Brasil Open Tênis Internacional, em Belo Horizonte (2009), além dos segundos lugares no Mundial de Tênis World Team, na Inglaterra (2009), e no ranking mundial juvenil de cadeirantes. “Ela é forte candidata a ser ouro em 2016. Uma promessa descoberta aqui em Brasília”, comentou Parsons. Incentivo ao Esporte Sancionada em 16 de julho de 2001, pelo então presidente da república Fernando Henrique Cardoso, a lei estabelece que 2% da arrecadação bruta de todas as loterias federais do país sejam repassados ao Comitê Olímpico Brasileiro (COB) e ao CPB. Desse montante, 85% são destinados ao COB e 15%, ao CPB. Análise da notíciaModelo ultrapassado Encontro de cartolas no Brasil é assim: traçam metas, fazem planos e continuam dependendo basicamente de financiamento público para chegarem a algum lugar. É até legítimo que o Estado fomente o desenvolvimento do Esporte, mas em um país marcado por carências extremas em áreas prioritárias, como educação e infraestrutura, além de uma epidemia de corrupção, há de se buscar caminhos alternativos. Mas sem um planejamento que consiga atrair verdadeiramente a atenção do público e do segmento empresarial, um quinto lugar estará de bom tamanho. Saiba mais Retorno dos deficientes mentais Desde a Paraolimpíada de 2000, em Sidney (Austrália), os atletas com deficiência mental foram banidos dos Jogos. Pela complexidade na identificação do problema (diferentemente de um distúrbio físico, que é visível), a categoria foi excluída depois que a seleção espanhola de Basquete conquistou o ouro com 10 jogadores que não tinham qualquer comprometimento um deles, aliás, era jornalista. “Recebemos o sinal verde para que os deficientes mentais possam voltar aos Jogos nas modalidades de natação, atletismo, Tênis de mesa e Basquete. Caberá às Federações Internacionais desenvolverem e validarem testes específicos para avaliar o grau de deficiência para cada modalidade”, ressaltou Parsons. O presidente destacou ainda que o CPB tem monitorado os paratletas mentais, sobretudo nos Circuitos paraolímpicos e nas Paraolimpíadas Escolares. Academia Paraolímpica BrasileiraSegundo Parsons, a ideia de criação de uma Academia Paraolímpica Brasileira também teve destaque na reunião. “Ela teria três pilares: capacitação de recursos humanos (formação de árbitros, treinadores, técnicos); relação institucional com o meio acadêmico (parceria com universidades no desenvolvimento de pesquisas); e publicação científica (sobre temas voltados ao Paradesporto). Temos um projeto piloto na Universidade Federal de Uberlândia e queremos, no futuro, criar pelo país Centros de Formação de Profissionais do Esporte paraolímpico. Antes disso, precisamos de demanda das confederações para a criação de cursos que, na maioria, serão ministrados à distância”, revelou. Necessidade do triplo de recursosO presidente do CPB destacou a administração sob 20 modalidades diferentes, com necessidades distintas. “Temos orçamento para 2010 de R$ 30 milhões, o que ainda é aquém da necessidade. Precisamos de R$ 90 milhões para alcançarmos nossos objetivos. Esperamos chegar a R$ 60 milhões para em 2016 conquistarmos o quinto lugar na classificação geral”, explicou. O dirigente também ressalta as ambições e o caminho a seguir: “Queremos o alto rendimento e isso exige planejamento e desenvolvimento de projetos com antecedência. Há expectativa para o aumento de recursos e para isso precisamos nos programar.”

quarta-feira, 31 de março de 2010

Basquete cadeirante é fator de inclusão social.

O ESTADO DO PARANÁ (PR) • ESPORTES • 31/3/2010

Levantar uma bandeira para a importância da inclusão do deficiente através do Esporte foi o principal fator que levou o grupo MM Mercado Móveis a apoiar a partir de 2008 equipe de Basquete sobre cadeira de rodas da Apedef Associação Pontagrossense de Esportes para Deficientes Físicos. A entidade, presidida por Noel Kostiurezko, trata também de outras modalidades como Tênis de mesa, atletismo, bocha e tiro, mas é no Basquete que tem encontrado adesão, crescimento e representatividade como modalidade coletiva adaptada.A partir de 2009, movido pela empolgação do grupo de deficientes, que treinava de forma amadora antes do investimento da empresa, o superintendente do grupo MM Mercado Móveis, Márcio Pauliki, decidiu contratar um técnico para a equipe. Ben Hur Chiconato, com passagens vitoriosas em várias seleções locais e clubes da cidade, foi o nome escolhido, e a partir daí iniciou-se um trabalho mais específico, com o objetivo de dar espírito competitivo a equipe do MM/Apedef. O primeiro grande resultado veio em novembro do ano passado, quando os pontagrossenses terminaram o estadual da modalidade com a terceira colocação. Em 2010 o projeto de estruturação da equipe foi ampliado, e hoje, além dos uniformes para treinamento, comissão técnica, orçamento para despesas em jogos e torneios, o MM/Apedef conta com 18 cadeiras especiais para a prática do Basquete.Hoje o time de Basquete do MM/Apedef conclui duas linhas bem distintas e que caminham cada vez mais próximas uma da outra. A Oportunidade Oferecida ao deficiente para que ele se descubra enquanto uma pessoa capaz e em condições de ser respeitada, e também de uma equipe competitiva, hoje com projeção nacional, que leva o nome de Ponta Grossa de forma positiva às quadra de Basquete do Brasil.

terça-feira, 30 de março de 2010

Força brasiliense.

CORREIO BRAZILIENSE (DF) • ESPORTES • 30/3/2010 Patrícia Banuth

Três atletas da cidade participam do 5º Minas Open, em Betim (MG). Carlos Jordan, Rejane Cândida e Natália Mayara estão na briga pelo título.

De quinta-feira até domingo, a elite sul-americana do Tênis em cadeira de rodas estará reunida em Betim, região metropolitana de Belo Horizonte (MG), para disputar o 5º Minas Open (1). A competição contará com 35 atletas paraolímpicos do Brasil, Argentina, Chile e Colômbia divididos em chaves masculinas e femininas, em disputas de simples e duplas. Brasília estará bem representada no torneio, com Carlos Jordan, Rejane Cândida e Natália Mayara Azevedo da Costa. Os para-atletas embarcam amanhã para Minas Gerais e prometem dar trabalho aos adversários na busca pelo título. Atual campeão do torneio e melhor tenista paraolímpico do Brasil, Carlos Jordan nem pensa em perder essa competição — uma das mais importantes do calendário nacional por conta do nível técnico dos participantes e da pontuação para o ranking internacional. Conquistar o ouro, no entanto, não vai ser tarefa fácil. “Com a participação de jogadores sul-americanos, o nível fica bem alto. Vou fazer, com certeza, jogos difíceis. Mas estou indo para defender meus pontos, chegar à final e sair com o título”, garante Jordan. “São 98 ou 99 pontos para o campeão. Para quem está de olho na classificação para o Parapan do ano que vem, como eu estou, é importante somar essa pontuação para garantir a classificação nos jogos”, acrescentou o número 29 do mundo. Detentora do primeiro lugar no ranking feminino nacional de Tênis paraolímpico, Rejane Cândida, 33 anos, também desponta como uma das favoritas a conquistar a medalha de ouro. “Eu já fiz a final duas vezes, mas nunca ganhei. Essa competição vale uma pontuação alta e é importante participar. Acredito que tenho chances de trazer o título para casa. Para isso basta ter sorte na chave”, avalia. Rivalidade Na disputa de simples, para subir ao degrau mais alto do pódio, Rejane terá de enfrentar seis adversárias. Ao final, quem ganhar mais jogos é a campeã. A número 1 do Brasil aponta a jovem Natália Mayara, de 15 anos, como uma das principais adversárias a serem batidas. “A Natália está crescendo muito. Ela treina comigo e nos conhecemos bastante. Já duelamos algumas vezes e perdi para ela em uma oportunidade. Tudo pode acontecer”, garante Rejane. “A Rejane tem mais experiência que eu porque já jogou mais. Mas acredito que hoje estamos empatadas no nível técnico e fica difícil dizer quem é a favorita. Já ganhei dela e ela de mim, então é difícil saber o que pode acontecer”, analisa Natália Mayara. Para a atual vice-campeã do Master Cup Juvenil e segunda colocada no ranking nacional, a paciência será fundamental para quem quiser faturar o título. “Por treinarmos juntas e nos conhecermos bem acaba sendo mais difícil quando nos enfrentamos. Mas na hora H nós duas entramos para ganhar”, reforça. Mas no 5º Minas Open, Rejane e Natália não serão apenas adversárias. Como treinam juntas no Cetefe, as duas para-atletas representantes de Brasília se juntam na disputa de duplas em busca também de uma boa colocação. 1 - Torneio internacional O Minas Open é um evento internacional credenciado pela Federação Internacional de Tênis. A competição integra o circuito mundial da modalidade (NEC Wheelchair Tennis Tour), distribui premiação de 10 mil dólares e pontos para o ranking internacional de Tênis em cadeira de rodas.
ParticipantesNo masculino » 20 brasileiros » 4 argentinos » 2 chilenos » 2 colombianos No feminino » 5 brasileiras » 2 chilenas Resultado de 2009 Campeão masculino Carlos Jordan Vice-campeão Gustavo Fernandez (Argentina) Campeã feminina Maria Antonieta Ortiz (Chile) Vice-campeã Johana Martinez (Colômbia)

segunda-feira, 22 de março de 2010

CPB renova contrato com a Loterias Caixa

Aumento de 25% no patrocínio.

O Comitê Paraolímpico Brasileiro tem a felicidade de anunciar a renovação e ampliação do contrato de patrocínio com a Loterias Caixa. O acordo deste ano traz novidades significativas para o esporte paraolímpico brasileiro.
Além de aumentar em quase 25% o valor do patrocínio, que agora é de R$ 9 milhões anuais, o que permitiu ao CPB elevar o número de atletas beneficiados, de 21 para 28.
A grande novidade é a inclusão do futebol de 5, modalidade para deficientes visuais, no contrato, que antes beneficiava a natação, atletismo e halterofilismo.
“O CPB está muito satisfeito em renovar esta parceria que vem desde 2004. Principalmente pela evolução do contrato e pelo crescente envolvimento da Loterias Caixa com o movimento Paraolímpico, comprovada com a inclusão do Futebol de 5. Esta parceria foi fundamental para alcançarmos os resultados dos últimos anos e esperamos que ela perdure por muitos anos”, comemora Andrew Parsons, Presidente do Comitê Paraolímpico Brasileiro.
O acordo também se destina a realização de vários eventos regionais, nacionais e internacionais.

quinta-feira, 18 de março de 2010

Distrito Federal lança preparatória da III Conferência Nacional do Esporte.

O Distrito Federal lança nesta quuinta-feira (18) a etapa preparatória da III Conferência Nacional do Esporte. A solenidade será às 14h, no auditório Dois Candangos, na Faculdade de Educação da Universidade de Brasília (UnB). O diretor de Esporte Universitário do Ministério do Esporte, Apolinário Rabelo, participa do evento representando o ministro do Esporte, Orlando Silva. Também estarão presentes, o secretário de Esporte do DF e presidente da comissão local, Herbert Félix, além de parlamentares, professores, universitários e representantes de entidades da sociedade civil. Programada para acontecer em junho deste ano, a III Conferência Nacional do Esporte tem como tema o “Plano Decenal de Esporte e de Lazer”. A estratégia é alcançar pontuação necessária em 10 anos e projetar o Brasil no mundo por meio de uma ampla mobilização da sociedade. A etapa preparatória do Distrito Federal para a III Conferência Nacional do Esporte tem realização prevista para o dia 1º de maio, Dia do Trabalhador. A atividade terá duração de um dia. Após a cerimônia de lançamento a Comissão Organizadora do Distrito Federal participará de curso de capacitação ministrado pelo Ministério do Esporte. Ao final do encontro, os participantes irão deliberar sobre o processo de conferência local.

segunda-feira, 15 de março de 2010

Meu novo corpo.

Matéria: FOLHA DE SÃO PAULO (SP) • COTIDIANO • 14/3/2010 - JAIRO MARQUES COORDENADOR-ASSISTENTE.

Uma noite de bebida em excesso. Um carro a 100 quilômetros por hora. Uma árvore. Ausência do cinto de segurança. Esses ingredientes, em questão de segundos, causaram uma guinada na vida do ex-BBB Fernando Fernandes, 28, que hoje, oito meses depois de um acidente numa avenida da capital paulista, está paraplégico.Há pouco mais de uma semana, o modelo profissional e esportista que em 2002 participou do reality show "Big Brother Brasil", da TV Globo, viveu seu primeiro dia na nova casa sem escadas, em Moema, bairro da zona sul de São Paulo.Fernandes acabara de ter alta do hospital Sarah Kubitschek, em Brasília, onde ficou por seis meses fazendo reabilitação motora e, mais importante, aprendendo a conviver com o novo corpo.No momento, o mais complicado não é a adaptação à cadeira de rodas, segundo ele."Quem vê de fora acha que a dificuldade é estar aqui sentado. Mas não vejo problema nenhum. O duro é você voltar a controlar sua bexiga, seu intestino, que também dependem das suas ordens cerebrais [afetadas com a lesão do acidente]. O que não é visto, muitas vezes, é bem mais complicado."Fernandes se preparava para passar uma temporada em Milão, na Itália, quando se acidentou. "Naquele dia, eu tinha treinado muito pela manhã. À tarde, fui jogar futebol e, à noite, fui beber com amigos. Queria emagrecer porque estava entrando no mercado internacional. Comia muito pouco. Juntou tudo isso e..."Apesar de apontar para novos desafios -quer ser para-atleta disputando canoagem adaptada-, falou sem restrição sobre o passado "intenso", a vida sexual como cadeirante, ciência, "Big Brother" e família.CORPO POR FORAFernandes começou na carreira de modelo aos 15. Com 17, foi da Vila Mariana, bairro de classe média de São Paulo, para o Harlem, em Nova York, trabalhar em uma agência local.Após participar da segunda edição do "Big Brother Brasil", em 2002, com 22 anos, a carreira deslanchou: fez campanhas ao lado das tops Claudia Schiffer, Eva Herzigova, Naomi Campbell. Namorou a atriz Danielle Winits por alguns meses."Sempre trabalhei com o corpo, com a parte externa. Era modelo, atleta. Mas acho que nunca me prendi ao ego da profissão, apesar de ser muito vaidoso. No começo [após o acidente], fiquei meio perdido. Não pela estética, pelas dificuldades que enfrentaria. Ninguém para para pensar nas necessidades de um cadeirante. Só vivendo vi a realidade."Apesar da lesão recente, que atingiu a vértebra T-12 e o deixou paraplégico, com sensibilidade restrita da cintura para baixo, somente as pernas de Fernandes estão mais finas, com 15 quilos a menos. O tronco ele conseguiu manter em pleno vigor físico. Fez exercícios ainda na cama do hospital, poucos dias após o trauma.Um mês depois do acidente, já se exercitava ainda na maca. Agora, voltou a praticar Esportes: canoagem e remo adaptados, boxe e corrida."Tenho certeza de que vou disputar a Paraolimpíada [a próxima será em Londres, em 2012]. Minha vida está focada nisso. Era modelo e fazia Esporte por prazer, agora quero me sustentar dele. Com três meses de lesão, corri a São Silvestre em cadeira de rodas, todo desengonçado [ficou em sexto]. Vou para Portugal em abril treinar canoagem adaptada por dois meses. Vou competir na França, Alemanha e Hungria. Tenho um bom patrocinador."PRA QUE MILAGRES?De frequentador esporádico da igreja evangélica Bola de Neve, que defende sintonia com o Esporte, Fernandes passou a membro assíduo da religião depois do acidente. Ele afirma não estar em busca de milagre."Me incomodaria muito chegar a um lugar e alguém me apontar o dedo como o deficiente que está com problemas e precisa ser curado. Se isso acontecer comigo, vou dizer para o cara: "Amigo, não vou levantar, mesmo. Minhas pernas não vão aguentar ", diz, rindo."Para mim, milagre é o que já está acontecendo comigo: ter uma força pra buscar melhorar, aproveitar a outra oportunidade que estou tendo de viver, ter uma cabeça tranquila diante das mudanças."Pensamento natural para pessoas que perdem seus movimentos, o da busca pela cura a qualquer preço, não está nos planos do modelo."Ainda falta muita coisa para começarem a curar lesões medulares. Tem gente se arriscando, fazendo tratamentos experimentais, cujo resultado ninguém sabe. Não vou ser boi de piranha. Estou feliz do jeito que estou. Claro que preferiria estar andando, mas não estou desesperado e muito menos estou numa busca cega e exagerada por uma cura. Quero tocar minha vida com qualidade", diz."Muita novidade da ciência deverá vir, talvez, em dez anos. Quando algo significativo acontecer, todos vão saber. Estou mantendo meu corpo bem preparado para o dia em que algo surgir e aproveitar o momento. Mantenho um bom metabolismo, oxigenação, faço alongamentos e pratico muito Esporte. Estimulo meu organismo", afirma o modelo.BBB SEM GRAÇAAmigos e fãs já perguntaram a Fernandes se ele não gostaria de voltar à casa do "Big Brother" na condição de cadeirante. Ele tem visto pouco a atual edição do reality show. Avalia, pelo pouco que viu, que o "BBB" perdeu o charme."O programa mudou totalmente da época em que participei. Antes, a ideia era uma brincadeira numa casa cheia de mulher bonita, piscina e com a chance de ganhar R$ 1 milhão. Hoje, dos poucos momentos que vejo, as pessoas só estão preocupadas com votação, fazendo planos para eliminar alguém, pensando na revista em que vão sair", afirma.TALENTO SEXUALNão passa de lenda achar que pessoas com deficiência não têm vida sexual. O ex-BBB, inclusive, quer ser pai. "Sei que é possível e vou fazer de tudo para ter filhos. Adoro criança."No auge da fama, Fernandes era rodeado de mulheres bonitas, mas diz que namorou "poucas" e que todas elas deram apoio durante sua recuperação. Após temer a nova condição física, redesenha a vida sexual."Não fazia ideia de como era a vida sexual de um cadeirante, nunca tinha parado para pensar. Hoje tenho plena consciência de que sexo não é só penetração. Fui descobrindo outros meios de ter prazer. No começo, estava desesperado porque achava que tudo ia acabar [risos]. Morria de medo. Agora, me tornei um rapaz muito mais talentoso [risos]. É preciso redescobrir a sexualidade."LAÇOSMaria Fernanda Fernandes, 51, mãe do ex-BBB, e César Costa Pereira, 54, o padrasto, se desfizeram do triplex em que moravam para alugar uma casa térrea e receber o filho, que, por enquanto, vai abrir mão de morar sozinho como antes.Fernanda também abandonou os tapetes que adora porque eles se enroscavam nas rodinhas da cadeira."Sempre tive um laço muito forte com a minha mãe [exibe no braço direito uma tatuagem com a inscrição "Gracias, madre ]. A família é tudo num momento complicado com este. Ter um ombro para chorar, ter carinho foi fundamental."A cadela Hanna, uma chow chow preta de um ano e oito meses, completa a família.

quinta-feira, 11 de março de 2010

Esporte de superação.

REVISTA LANCE A (SP) • NOTÍCIA • 10/3/2010

Depois de conhecer a trajetória do super campeão Daniel Dias na A+ deste mês, saiba um pouco mais sobre a história do esporte paraolímpico no Brasil e no mundo.
As primeiras notícias que se tem do Esporte paraolímpico é ainda do século 19, com a existência de clubes esportivos dedicados a pessoas surdas, em Berlim, na Alemanha. Depois disso, foi criada a Organização Mundial de Esportes para Surdos (CISS), em 1922, que chagou a organizar competições exclusivas para esse tipo de deficientes. Hoje, porém, os surdos costumam competir junto aos atletas sem deficiência e não possui modalidades no programa paraolímpico.Com o fim da 2ª Guerra Mundial, em 1945, o Esporte entre deficientes teve uma evolução maior, já que houve um grande número de combatentes que sofreram lesões e ficaram paraplégicos ou tetraplégicos, o que influenciou no início de um trabalho de reabilitação médica e social desses veteranos de guerra por meio de práticas esportivas.A primeira competição paraolímpica aconteceu em Stoke Mandeville, em dia 29 de julho de 1948 (mesmo dia da Cerimônia de Abertura da Olimpíada de Londres). Quatro anos depois, atletas holandeses também competiram, fazendo com que surgisse um movimento internacional, hoje chamado de Movimento paraolímpico. A primeira Paraolimpíada foi em Roma, 1960. Os Jogos de Londres, em 2012, serão a 14ª edição da competição.No Brasil, o Esporte paraolímpico começou a ser praticado em 1958, quando, no dia 1º de abril, no Rio de Janeiro, o cadeirante Robson Sampaio de Almeida, inspirado por um tratamento que foi fazer nos EUA, fundou o Clube do Otimismo. Em 28 de julho, o deficiente Sérgio Seraphin Del Grande, entusiasmado pelo mesmo motivo, criou o Clube dos Paraplégicos de São Paulo. A data foi escolhida para homenagear os dez anos de Stoke Mandeville.A primeira participação do Brasil em uma competição internacional foi nos Jogos Parapanamericanos de Buenos Aires, em 1969. Três anos depois, o Brasil teve uma delegação em sua primeira Paraolimpíada, nos Jogos de Heidelberg, na Alemanha. Em 1975, foi criada a Associação Nacional de Desporto de Excepcionais, atual Associação Nacional de Desporto de Deficientes (ANDE). Em 1978, o Brasil sediou a quinta edição dos Jogos Parapan-Americanos, no Rio de Janeiro, com participação exclusiva de cadeirantes.Hoje, o Brasil já pode ser considerado uma potência no Esporte paraolímpico. Nos Jogos de Pequim, em 2008, o nadador Daniel Dias, de 21 anos, foi o atleta com mais conquistas naquela edição das paraolimpíadas. Em sua estreia na competição, subiu ao pódio em todas as provas que disputou, ganhando nove medalhas, sendo quatro delas de ouro, e quebrando três recordes mundiais.

Espaço para todos !!!

CORREIO BRAZILIENSE (DF) • ESPORTES • 11/3/2010 - Por Renata Meliga

A Maratona Brasília de Revezamento, realizada pelo Correio, é um evento que tem espaço para grande diversidade de atletas. As equipes são: mista, feminina, masculina e adaptada. Esta é dividida em dois ramos: cadeirante e andante. No ano passado, aproximadamente 100 pessoas com algum tipo de deficiência participaram da prova. A expectativa da organização do evento é que o número aumente este ano. atleta profissional, Ariosvaldo Fernandes ganhou o primeiro lugar na Maratona Brasília de Revezamento, ao lado do corredor Wendel Silva, na categoria cadeirante. Eles correram pelo Centro de Educação Física Especial (Cefete), local onde treinam diariamente. A dupla pratica exercícios de segunda a sexta-feira na parte da manhã. Três vezes por semana, o treinamento é feito na pista de atletismo. Na terça e na quinta-feira, eles praticam musculação e natação. Ariosvaldo tem muitos títulos na carreira. Ele conseguiu a medalha de ouro dos 100m (T52/53) no Pan-Americano de 2007, no Rio de Janeiro. Além disso, foi finalista na mesma categoria nos Jogos paraolímpicos de 2008, em Pequim, na China. “O meu maior objetivo é participar de mais uma Paraolimpíada”, conta o para-atleta. Velocidade Ele pratica o Esporte há 10 anos e sua especialidade é a velocidade. “Sou velocista, mas participo da Maratona de Revezamento para relaxar e ajudar a equipe do Cetefe”, afirma. “O Wendel não tinha companheiro no ano passado e eu resolvi ajudar”, revela. Referência no país Brasília é referência na preparação de atletas com deficiência física. O Centro de Educação Física Especial (Cetefe) promove a inserção social da pessoa com deficiência desde 1990 e atende gratuitamente pessoas com deficiência física, auditiva, intelectual e visual. São 17 modalidades oferecidas pelo Centro, entre elas: natação, atletismo, tiro com arco, Tênis em cadeira de rodas, Basquete em cadeira de rodas, Ciclismo, futsal e vôlei paraolímpico. O profissional de educação física e coordenador-geral do Cefete, Ulisses de Araújo, destaca a importância da Maratona Brasília de Revezamento. “A prova é um evento festivo que faz a inclusão social. Além disso, temos a oportunidade de mostrar para o povo o trabalho que desenvolvemos. Hoje, o Cefete tem os quatro melhores atletas do ranking nacional e três deles também são os melhores do ranking internacional”, afirma Ulisses. O Cetefe é assistido por profissionais de educação física, médico, fisioterapeuta, psicólogo e nutricionista, com assistência gratuita para aproximadamente mil pessoas com deficiência. Atualmente são 11 núcleos em todo o Distrito Federal. Quem tiver interesse pode entrar em contato pelo telefone 2020-3434, ou pelo e-mail: cetefe.df@gmail.com Saiba maisInscrições para categoria adaptada Os atletas serão inscritos pelo Cetefe. A avaliação funcional para a montagem das equipes será em 14 e 15 de abril. Informações pelo telefone 8116-0820.

quarta-feira, 10 de março de 2010

Brasil chega nesta quarta classificado para o Mundial dos EUA.

As delegações brasileiras de vôlei paraolímpico desembarcam nesta quarta-feira às 11h30 em Cumbica com o sabor de missão cumprida no Pan-Americano encerrado na noite de segunda-feira em Denver, no Colorado (EUA). A Seleção Masculina foi campeã invicta, com duas vitórias sobre os Estados Unidos e outras duas sobre o Canadá; e a Seleção Feminina retorna com a medalha de prata, com duas derrotas para as donas da casa e duas vitórias sobre as canadenses. Os resultados garantiram as duas seleções nacionais no Mundial marcado para o mês de julho, em Oklahoma, ao lado dos Estados Unidos, que já estavam pré-classificados por sediarem o próximo campeonato. Nas finais de ontem (8) à noite, o Masculino, que não perdeu nenhum set no triangular, confirmou o favoritismo com 3 a 0 sobre os EUA (25-15, 25-05 e 25-22), enquanto as garotas perderam para o mesmo adversário também em três sets (14-25, 16-25 e 17-25). Os campeões: Renato de Oliveira, Deivisson Ladeira dos Santos, Wellington Platini Silva da Anunciação, Rogério Silva Camargo e Giovani Eustáquio de Freitas (todos da Nossa Caixa / Cruz de Malta / SP); Vagner Batista da Silva, Augusto Santos da Silva, Claudio Irineu Shokito da Silva, e Gilberto Lourenço da Silva (do SESI/SP, de Suzano); Guilherme Borrajo, Diogo Rebouças e Wescley e Conceição de Oliveira (da Andef/Niterói). A Comissão Técnica tem Célio Cesar Mediato (técnico), e é formada também pelo assistente Adriano Silvestrin, o fisioterapeuta Rafael Gnecco de Proença e os auxiliares Klayton Silva Oliveira e Ubiratan Curupaná. As medalhas de prata: Janaina Petit, Suelen Cristine, Natalie Filomena, Silvana Fatima e Aderlandi Borges (todas do SESI/SP, de Suzano); Ana Paula e Consuelo Bezerra (Andef/RJ); Elessandra Rejane, Jani Freutas, Graciana Moerira e Adria de Jesus (Adfego/GO). O técnico é Alexandre Medeiros (Andef/RJ), auxiliado por Ronaldo Gonçalves (SESI/SP), Luciana de Miranda (MG) e Tatiana Velasco (SESI/SP).

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Conheça o atleta Paraolimpico André Brasil .

André Brasil é considerado um dos maiores atletas da Natação paraolímpica do mundo. Mas para isso, ele treina e compete com pessoas sem deficiência. E agora ele quer seguir os passos de outras feras no esporte paraolímpico e quem sabe tentar participar de uma Olimpíada e não de uma paraolimpíada.

Projeto do CPB ajuda atleta de Brasília

GLOBO ESPORTE DF (DF) • REPORTAGEM • 9/2/2010 • 12:40:00 • GLOBO


Beneficiada por um projeto do Comitê paraolímpico Brasileiro, a brasiliense Shirlene Coelho corre contra o tempo. Depois de uma grave lesão ano passado, ela só quer treinar para buscar o sonho do ouro paraolímpico em 2012. Um ano após conquistar a medalha de prata no lançamento de dardo nas paraolimpíadas de Pequim, Shirlene teve de parar por um tempo, pois sofreu uma fratura no pé esquerdo. Com um treinamento de 5 dias por semana ela corre contra o tempo para voltar à boa forma. Esse ano, a atleta vai disputar o campeonato brasileiro, que começa e abril. Shirlene foi beneficiada com o Projeto Ouro do Comitê paraolímpico, e deverá receber um auxílio financeiro, assistência médica, verbas para viagens e melhoria nos equipamentos de treinamento, para poder se preparar para Londres, em 2012.

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Natalia Mayara é Vice Campeã !!

O Tenis paraolímpico do Distrito Federal se destaca mais uma vez mundialmente.


Master Cup Juvenil 2010

Natalia Mayara


A brasiliense Natalia Mayara terminou em segundo lugar no Master Cup Juvenil de tênis em cadeiras de rodas organizado pela Federação Internacional de Tênis. O torneio, que aconteceu na cidade de Tarbes, na França, contou com a participação das quatro melhores jogadoras do ranking mundial juvenil de cadeirantes.
Com apenas 15 anos, ela foi a primeira representante nacional nesta competição, uma das mais importantes da categoria. O Brasil nunca teve atleta entre os melhores do Ranking.
A brasileira se classificou para a final ao vencer a norte-americana Mackenzie Soldan, no sábado (30), por 2x1, de virada. A final foi disputada no domingo (31) e foi contra a japonesa Yui Kamuji, que venceu em sets diretos, parciais de 6/1 e 6/1.
O torneio “era para ganhar experiência”, segundo a própria Natalia, mas acabou com um resultado final surpreendente e muito celebrado.
"Apesar do placar joguei muito bem e tive muitas oportunidades de fechar meus games. Estou muito feliz em representar meu país em um evento de tamanha grandeza, espero poder voltar o ano que vem e desta vez levar o título." Comemorou Natalia.
A competidora já havia entrado para a história do esporte no ano passado, quando formou, junto com o também juvenil Pedro Rocha, a primeira equipe juvenil do país no Mundial de Cadeirantes de Nottingham, na Inglaterra. Natalia é uma das apostas nacionais para a disputa dos Jogos Paraolímpicos do Rio de Janeiro, em 2016.
Tênis paraolímpico em alta
No final de 2009, o tênis para cadeirantes já havia estado em destaque por causa do também brasiliense, Carlos Santos, mais conhecido como “Jordan”. Depois de faturar seis títulos em torneios internacionais em 2009, o número um do Brasil na modalidade, conseguiu aparecer entre os 30 melhores colocados do ranking mundial. Fato inédito para um brasileiro.

Media Guide ComunicaçãoAssessoria de Imprensa do Comitê Paraolímpico BrasileiroDiogo Mourão (diogo@mediaguide.com.br / 21 8301-0149)Manoela Penna (manoela@mediaguide.com.br) / 21 8301-0123)
Em BrasíliaThalita Kalix (Media Guide) - (thalita.kalix@cpb.org.br / 61 3031 3035 / 61 8161 9271)Thiago Ypiranga (CPB) (Thiago.ypiranga@cpb.org.br/ 61 3031 3035/61 8161 9271

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Surf é usado na reabilitação.

Acompanhe o drama de um menino de nove anos que perdeu um braço em um acidente, brincando de surf nos trens. Depois do acidente, ele encontrou no surf, o esporte, um meio de se recuperar mais rápido.

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

O recomeço de um bombeiro

Um bombeiro que perdeu as pernas em um acidente, hoje próteses modernas para competir no triatlo. E ele ganhou um apelido por ser tão rápido: ele é chamado pelos companheiros de perna elétrica.

Comitê Paraolímpico divulga lista de atletas do Projeto Ouro

Lançado em dezembro do ano passado, o Projeto Ouro irá auxiliar os 11 melhores atletas paraolímpicos brasileiros após indicação de suas respectivas associações nacionais e de uma avaliação criteriosa do departamento técnico do CPB sobre as reais chances de cada um deles de conquistar o ouro paraolímpico.Os beneficiados se reunirão com o departamento técnico do CPB, com seu técnico, um representante do seu clube e membros da comissão técnica da seleção brasileira de sua modalidade, para definir seu calendário e planejamento de metas até 2012.O CPB não vai repassar a verba diretamente ao atleta. Além de participar da seleção brasileira, ele terá um trabalho personalizado, de acordo com suas necessidades individuais para que possa manter-se no mais alto nível internacional de Competição.O diretor técnico do Comitê paraolímpico, Edílson Alves Tubiba, deu detalhes deste auxílio que será recebido pelos atletas de primeira linha do Brasil. "O CPB dará ao atleta tudo que ele precisar para se manter em altíssimo nível, menos dinheiro. Então, se ele precisar de uma melhor estrutura física, de equipamentos melhores, assistência médica especializada, psicológica, viagens para competir com os melhores do mundo, tudo. Menos dinheiro", explicou Edílson.Vale lembrar que este é um programa aberto. Assim, atletas poderão ser incluídos ou excluídos dele daqui até 2012, de acordo com suas chances de êxito nas paraolimpíadas de Londres.Já o presidente da entidade, Andrew Parsons, comemorou a nova medida. "Com este programa, o CPB procura oferecer as melhores condições de preparação aos atletas com maior potencial de conquista de uma medalha. "A evolução do esporte paraolímpico no mundo inteiro faz com esse tipo de iniciativa seja necessária para que possamos avançar no quadro de medalhas", destacou o presidente.O Brasil foi o nono colocado nos Jogos paraolímpicos de Pequim, com 47 medalhas, sendo 16 de ouro. Apesar de brigar com potências muito mais fortes economicamente como Rússia e Canadá, o CPB trabalha para melhorar esta colocação em 2012 e sabe que as medalhas de ouro serão fundamentais nessa disputa.

Confira a lista de atletas:

Atletismo - Jonathan de Sousa Santos, Lucas Prado, Odair Ferreira dos Santos, Shirlene dos Santos Coelho, Terezinha Guilhermina

Bocha - Dirceu José Pinto,Eliseu dos Santos

Ciclismo - Soelito Ghor

judô - Antônio Tenório da Silva

Natação - André Brasil Esteves, Daniel de Faria Dias

Revelação do futebol feminino está em cadeira de rodas.

Sonho interrompido. Grave acidente Tirou de Kátia Cristina, jovem promessa do futebol, a chance de defender a Seleção Brasileira. Foi acidente de carro. Agora, ela está em uma cadeira de rodas e luta para tentar voltar a andar.

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Conferência Nacional do Esporte será lançada hoje.

O ministro do esporte, Orlando Silva, lança hoje (21), às 17h, no Palácio Itamaraty, a 3ª Conferência Nacional do esporte. Estarão presentes na cerimônia o presidente da conferência, Wadson Ribeiro, a atleta do salto em distância Maurren Maggi, o nadador paraolímpico Clodoaldo Silva, o ex-jogador de futebol Bebeto, o mesatenista Hugo Hoyama e o iatista Robert Scheidt. O encontro será realizado entre os dias 3 e 6 de junho, mas até maio haverá etapas municipais, regionais e estaduais. A expectativa é de que de 1º de fevereiro a 11 de abril ocorram 350 etapas municipais e ou regionais. Entre 1º de março e 5 de maio, deverão ser realizadas as etapas estaduais, em que o Ministério do esporte espera que as 27 unidades da federação realizem conferências locais e levem a população a debater o Plano Decenal do esporte e Lazer

Visa estende apoio a Comitê Paraolímpico.

Fonte: MÁQUINA DO ESPORTE (SP) • ÚLTIMAS NOTÍCIAS • 20/1/2010 • 15:01:.00.

Patrocinadora do Comitê paraolímpico Internacional desde 2002, a operadora de cartões de crédito Visa anunciou nesta semana uma renovação no vínculo com a entidade. O novo contrato tem validade até 2012, incluindo os Jogos de inverno deste ano, em Vancouver, e a próxima edição de verão, em 2012, em Londres. O contrato de patrocínio mantém a Visa como parceira oficial de seu segmento e único cartão aceito nos Jogos paraolímpicos. Além disso, a empresa tem direito a uma série de espaços para publicidade estática, expõe seu logo em todo o material de divulgação de eventos promovidos pelo comitê e pode desenvolver promoções ou ações de ativação. "Nós estamos dedicados a continuar o patrocínio e o sucesso dos Jogos paraolímpicos, dos atletas participantes e de todo o movimento paraolímpico. Com mais de 500 milhões de pessoas no mundo vivendo com alguma deficiência, nós entendemos a importância de apoiar essa comunidade", disse Antonio Lucio, diretor de marketing da Visa, que foi a primeira patrocinadora global do Comitê paraolímpico Internacional. A renovação do patrocínio assegura a continuidade do hall da fama mantido pela Visa, criado em 2006 para homenagear os destaques do esporte paraolímpico. Também garante a manutenção de um time de atletas patrocinados pela empresa. "Estamos satisfeitos por essa ampliação do contrato com a Visa, que contribui para o fortalecimento dos Jogos Olímpicos e para as conquistas de atletas paraolímpicos em todo o mundo. O envolvimento da Visa, através de tecnologia, expertise, produtos e pessoal, é fundamental para a realização dos Jogos", disse Philip Craven, presidente do Comitê paraolímpico Internacional.

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Brasiliense é top 30 no tênis paraolímpico mundial.

GLOBO ESPORTE DF (DF) • REPORTAGEM • 19/1/2010 • 12:40:00 • GLOBO
Repórter: André Barroso

2009 foi um ano de muitas comemorações para Carlos Jordan. O piauíense é o primeiro brasileiro a figurar entre os 30 melhores atletas do Tênis paraolímpico mundial. Segundo Carlos Jordan, o apelido vem dos tempos em que ele jogava basquete, mas agora o Tênis virou sua prioridade. Aos 39 anos de idade, Jordan já ganhou a medalha de ouro no Para-Panamericano do Rio em 2007 nas duplas.

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Cresce em 26 % a arrecadação do CPB nos valores repassados pela loterias em 2009.

O Comitê Paraolímpico Brasileiro teve um crescimenteo de 26% em 2009 nos valores repassados pela lei Agnelo Piva visto que em 2008 haviam sido repassados aos cofres do CPB o valor de 16,8 Milhoes e em 2009 este valor saltou para 21,2 milhões.
Com R$ 480 milhões recebidos em 2009, o esporte foi um dos principais beneficiados das loterias federais da Caixa Econômica.
O valor é 25% superior ao de 2008 – R$ 385 milhões.
De todos os repasses das loterias, o Ministério do Esporte foi o principal recebedor, com R$ 307,3 milhões, incremento de 21% sobre o último exercício.
No total das 10 loterias, a Caixa teve arrecadação recorde de R$ 7,3 bilhões, que corresponde a R$ 5,8 bi a mais que em 2008.
COB
Para o Comitê Olímpico Brasileiro foram destinados R$ 119,8 milhões, ou seja, teve “lucro”, pois a previsão inicial do próprio COB era receber os mesmos 93,8 milhões de 2008.
Os dados foram divulgados hoje pelo vice-presidente de Fundos e Loterias, Moreira Franco, no Rio de Janeiro.
Confira os repasses para o esporte (em milhões):
Além do esporte, outros setores do governo federal foram contemplados com os recursos das loterias.
A Educação recebeu R$ 649 milhões, 29% a mais que em 2008, e a Cultura R$ 207 milhões.
Seguridade Social, com R$ 1,2 bilhão, e a Receita Federal, R$ 717 milhões, foram os principais beneficiados na área governamental.

Mais um brasiliense em destaque Mundial no Tenis em Cadeiras de Rodas.

CORREIO BRAZILIENSE (DF) • ESPORTES • 19/1/2010 - Ananda Rope

Somente para as melhores

Natalia Mayara vai se tornar a primeira brasileira a participar do Masters Cup Juvenil, torneio que reúne apenas as quatro principais tenistas em cadeira de rodas do mundo. Competição começa em 28 de janeiro, na França

Aos 15 anos, Natalia Mayara vai se tornar a primeira brasileira a participar do Masters Cup Juvenil. A pernambucana radicada em Brasília, quarta melhor tenista em cadeira de rodas do mundo, de acordo com o ranking da International Tennis Federation (ITF), embarca no próximo sábado para a França. “É tudo novo para mim. Comecei a jogar Tênis há dois anos e meio e já venci competições importantes. Ser a primeira brasileira a participar do Masters Cup é uma grande responsabilidade, mas estou pronta para o desafio”, garante. A Competição, que começa em 28 de janeiro, é restrita às quatro melhores tenistas do ranking ITF, que competirão entre si. “Será feita uma chave para todas jogarem contra todas. Das tenistas que participarão, só conheço a Mackenzie Soldan (EUA), que me venceu no Mundial da Inglaterra no ano passado” conta. “Para o jogo contra ela, tenho estudado uma estratégia, porém, contra as outras eu não tenho ideia de como será. Já vi alguns vídeos delas jogando, mas só.” As outras adversárias de Natalia são a inglesa Jordanne Whiley e a japonesa Yui Kamiji, as melhores do mundo. Para enfrentá-las, a candanga tem treinado três horas diariamente. Ela, que já tem o saque e a batida fortes, quer aprimorar a habilidade de troca de bola para dar trabalho às outras jogadoras. “O Tênis é um jogo de quem erra menos. Ainda tenho um pouco de dificuldade em manter a troca de bola, mas tenho me esforçado para superá-la.” Com seu treinador, Wanderson Cavalcanti, em férias, Natalia conta com a companhia e o apoio dos colegas de quadra e líderes do ranking nacional de Tênis em cadeira de rodas: Rejane Candida, Carlos Alberto dos Santos e Rômulo Soares. “A Natalia é o futuro do Tênis feminino no Brasil. Não basta ter técnica, tem que ter cabeça, maturidade. Por isso, sempre puxamos a orelha dela e fazemos o possível para vê-la evoluir. É a nossa mascote”, brinca Rômulo. “Ela tem potencial para brilhar no esporte, que ainda conta com poucas mulheres. Já vi muitas começarem e desistirem. Nosso esforço é voltado também para que Natalia não desanime”, emenda Rejane. ACIDENTE EM RECIFE Em 26 de setembro de 1996, Natalia, então com 3 anos de idade, estava com a mãe em uma das paradas de ônibus da Avenida Agamenon Magalhães, em Recife, quando um ônibus subiu na calçada e atropelou a menina. O acidente foi tão grave que ela sofreu edema cerebral, diversas escoriações e teve as pernas amputadas. Internada por 95 dias, a menina foi operada 12 vezes. Aos 8 anos, Natalia veio a Brasília para tratamento na Rede Sara Kubitschek com a família e aqui ficou. Conheceu o esporte para portadores de necessidades especiais aos 12 anos, com a Natação. Depois, migrou para o Tênis. E não parou mais. CATEGORIAS DA MODALIDADE » Quad: comprometimento funcional em três ou mais extremidades. » Open: comprometimento dos membros inferiores. "Ser a primeira brasileira a participar do Masters Cup é uma grande responsabilidade, mas estou pronta para o desafio"