quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Centro forma atletas paraolímpicos

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Se tornar um atleta paraolímpico é um sonho para é o sonho de muitas crianças com deficiência. Uma ajuda para elas pode ser o projeto do professor Edilson no qual essas crianças tem a oportunidade de praticar vários esportes.

BALANÇO GERAL DF (DF) • REPORTAGEM • 29/12/2009 • 12:00:00 • RECORD

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

Será que esta avaliação está sendo feita pelo Comitê Paraolímpico ???

FOLHA DE SÃO PAULO (SP) • ESPORTE • 29/12/2009

Brasil fica aquém de suas metas em 2009

Só nove confederações cumprem 100% de suas projeções feitas para torneiosInexistência de critério para traçar objetivos e falta de conhecimento do potencial de atletas criam distorções entre os alvos das entidades.

JOSÉ EDUARDO MARTINS, MARIANA BASTOS e MARIANA LAJOLODA

REPORTAGEM LOCAL

Durante a entrega do Prêmio Brasil Olímpico, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva bradou que o Brasil não iria disputar "meia dúzia de merreca de medalhas" na Olimpíada do Rio, em 2016. E que, para isso, seria necessário que os presidentes das confederações e o COB (Comitê Olímpico Brasileiro) apresentassem metas.Fato é que, em 2009, das 25 confederações beneficiadas com verba da Lei Piva, só nove atingiram os resultados propostos nas competições adultas realizadas no ano. A Folha fez esse levantamento com base em um relatório do COB que explicita metas enviadas pelas confederações no início do ano.Entre as dez que tiveram 100% de aproveitamento, algumas traçaram metas tão pífias que seria uma surpresa se elas não fossem atingidas. É o caso do Remo, por exemplo.A confederação brasileira da modalidade (CBR) estabeleceu um único objetivo para o ano. Condicionou a participação do Brasil no campeonato continental ao "surgimento de um talento". Objetivo facilmente exequível uma vez que o país, nos últimos Sul-Americanos, foi representado por mais do que uma dezena de remadores."Essa foi uma meta estabelecida pela administração anterior", explica o presidente da CBR, Wilson Reeberg, eleito para o cargo em agosto após a entidade ter passado por intervenções judiciais que anularam uma eleição realizada em maio.Ele sucedeu seu opositor Rodney Araújo, a quem criticou pela meta estabelecida ."Não dá para esperar que um talento caia do céu. Temos que nos preparar", disse Reeberg.Segundo ele, o país teve excepcionalmente no último Sul- -Americano, realizado em Buenos Aires no início do mês, apenas um representante."O Sul-Americano foi remarcado para uma semana depois do Troféu Brasil, então não tivemos como enviar os barcos a tempo para Buenos Aires."Para Reeberg, a meta estabelecida pela CBR em 2009 reflete a falta de conhecimento sobre o potencial dos atletas.Nesse aspecto, o Remo não está sozinho. A Confederação Brasileira de Levantamento de Peso, por exemplo, projetou que o Brasil participaria de finais no Mundial. Sem tradição na modalidade, o país sequer teve representantes no Torneio.O próprio presidente da confederação, Amilton Barreto, disse desconhecer a projeção."O nível do levantamento de peso no Brasil não tem perspectiva para isso. Não lembro de existir esta meta. Deve ter acontecido então algum engano para ela estar aí nesta lista", afirmou o dirigente.Algumas entidades consideram normal a diferença entre o projetado e o conquistado pois as metas foram sofrendo alterações ao longo do ano.O taekwondo previa duas medalhas, mas chegou ao Mundial com esperança de ganhar três. Levou apenas uma, o bronze de Natalia Falavigna."Ano pós-olímpico é sempre de ajustes. Colocamos metas básicas, só para manter um padrão. A partir de 2010 é que teremos real noção de como está a equipe", disse Mauro Hideki, coordenador técnico da confederação de taekwondo.Ainda há distorções decorrentes da falta de padronização das metas apresentadas ao COB. É o caso do objetivo propostos pela CBC (Confederação Brasileira de Ciclismo)."Participar do calendário continental e internacional em 2009, buscando a classificação em campeonatos mundiais em todas as disciplinas do Ciclismo", diz o relatório do COB, na parte específica do esporte.Assim como as confederações de ginástica (CBG) e de desportos aquáticos (CBDA), a de Ciclismo gerencia várias modalidades (pista, estrada, BMX e mountain bike). Mesmo assim, estabeleceu uma meta genérica para todas elas.Já as projeções de resultados da confederação de Hipismo para 2009 sequer constam no relatório do COB. Segundo o documento, esse esporte seria contemplado com R$ 1,8 milhão da Lei Piva neste ano.

A paciência olímpica de Joaquim Cruz !!!

Do Bog do José Cruz

"Joaquim Cruz é um dos homenageados do Comitê Olímpico Brasileiro, na festa desta noite, 21 dezembro.
É uma homenagem merecida, mas que nos remete ‘a lembrança de que seu feito, ao ganhar os 800m nos Jogos de 1984, foi a última conquista de ouro olímpico do atletismo nacional em provas de pista.
É uma derrota espetacular para os gestores de nosso esporte.
Pior: há 25 anos Joaquim Cruz espera por uma pista de atletismo para desenvolver projetos sociais-esportivos.
Promessa dos governantes de Brasília – imaginem!

Todos os capítulos desta triste história acompanhei como repórter. É a imagem de como um campeão olímpico é tratado em sua própria terra natal."
Vejam a novela completa no link abaixo:

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Mulheres cegas são campeãs em mundial de futebol

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Você já deve ter ouvido alguém dizer que brasileiro tem dom para jogar futebol. Pode até ser exagero, mas que parece, parece. No primeiro campeonato mundial de futebol para mulheres cegas, a equipe brasileira foi montada em quatro meses e voltou campeã. Na chegada, muito barulho. É o som da vitória, do sucesso e da inclusão. Os sons das traves guiam mulheres em busca de tudo isso. "Ela sai numa boa para trabalhar, para se divertir, para estudar. O esporte fez isso de muito bom na vida dela", contou a mãe de Sirlene, Ilza Ribeiro. Sirlene é deficiente visual, formada em fisioterapia, campeã do mundo de futebol feminino para cegas. A Competição foi na Alemanha e o time brasileiro não perdeu nenhuma partida. "Isso agora vai dar um valor maior e chamar a atenção das outras meninas que vão querer jogar. Acreditar que isso é possível", disse a jogadora. O futebol para elas ainda é um caminho novo e cheio de obstáculos e em quatro meses, já rendeu um título mundial. Um início promissor, sem dúvida, mas apenas o início. Ouvir as instruções do técnico, como no momento de cobrar um pênalti, e da goleira, a única que enxerga em campo. Correr orientando-se pelo barulho de um chocalho dentro da bola. É assim que funciona o futebol para cegos. A versão feminina é novidade. Há poucas praticantes e, ao contrário do que acontece com os homens, o esporte não é disputado em grandes competições. “A gente tem que fazer com que o futebol feminino cresça para chegar às paraolimpíadas também", afirmou a jogadora Gisele. Gisele saiu do interior de São Paulo só para jogar na Urece, equipe que representou o Brasil no Mundial. O time treina no América graças a um convênio com o clube carioca, mas as atletas não recebem salários. "Tem pessoas que me ajudam, mas eu pretendo arrumar um emprego para me manter, ter minha vida pessoal aqui", contou. A madrinha

do time é a melhor do mundo Marta, que conheceu as meninas em um amistoso, antes da conquista do título. “É muito difícil, foi uma experiência que eu nunca vou esquecer”, revelou a jogadora. "Elas no primeiro treino, falaram que queriam ser a Marta cega. Dois meses depois, estavam lá com a Marta, elas perceberam que era sério", lembrou o técnico Gabriel Mayr. Ainda não há uma seleção permanente e os desafios são grandes, mas menores do que o passo que elas já deram.
Repórter: Carlos Gil
JORNAL NACIONAL (RJ) • REPORTAGEM • 25/12/2009 • 20:15:00 • GLOBO



CORREIO BRAZILIENSE (DF) • ESPORTES • 26/12/2009Esforço pode valer uma medalhaIranildo Espíndola, 13º melhor atleta do mundo na modalidade paraolímpica, quer melhorar sua classificação em 2010 e garantir uma vaga no Mundial, em outubro, na Coreia do Sul

Ananda RopeTodos os dias, de segunda a sexta-feira, Iranildo Espíndola encara 80km para ir e voltar de sua casa, no Novo Gama, até o Centro de Treinamento de Educação Física Especial (Cetefe), no Setor Policial Sul. A rotina poderia ser desgastante, mas o goiano — radicado no Distrito Federal — a encara com determinação. Com meta de ganhar sua primeira medalha paraolímpica em 2012, em Londres, o jogador de Tênis de mesa se prepara para aumentar a carga de treinos em 2010. “Ganhar uma medalha paraolímpica é um sonho que não é impossível, mas sei que é difícil. Meu objetivo no ano que vem é participar do Mundial na Coreia do Sul, em outubro. Até lá, quero disputar todas as competições internacionais que puder para conquistar mais pontos”, conta, o 13º melhor atleta do mundo na modalidade. Além dos treinos de duas horas e meia, Iranildo sempre estende a atividade em mais uma hora e meia para desafiar alguns colegas em partidas muito disputadas. Os planos para 2010 são de dobrar o número de horas dedicadas ao esporte. “Quero treinar seis horas por dia, sendo três horas voltadas à parte técnica pela manhã e três horas de prática à tarde. Fora isso, quero participar de Torneios internacionais para conhecer meus possíveis adversários no Mundial e criar um treino específico para cada um deles”, revela o jogador da classe 2(1). Iranildo tinha o sonho de um dia fazer parte da Seleção Brasileira de futebol, mas um acidente (leia matéria ao lado) em 1995 mudou a sua história. Paraplégico, Iranildo conseguiu recuperar parte dos movimentos dos braços e das mãos e encontrou na raquete a chance de resgatar seu desejo de representar o Brasil no esporte. “Não pude realizar meu sonho nos campos, mas hoje integro a Seleção Brasileira de Tênis de mesa”, afirma, orgulhoso. Inspiração O novo ritmo de treinamento está programado para ter início na primeira quinzena de janeiro. “A rotina não é fácil e os desafios são diários. Hoje, olho para minha vida como atleta e busco motivação para continuar competindo. Me recordo de tudo o que já conquistei e vejo os atletas que se inspiraram em mim para começar”, desabafa Iranildo. Apenas 12 para-atletas representarão o Brasil no Mundial da Coreia do Sul. Seis já estão classificados e as outras vagas estão reservadas para os jogadores que conseguirem melhor pontuação no ranking internacional. Iranildo, que já participou de quatro Torneios mundiais ( (2001 – por equipes, na Holanda; 2002, em Taiwan; 2003 no Mundial pela Paz, no Rio de Janeiro; 2006, na Suíça), conhece bem o que irá encarar, caso carimbe seu passaporte. Segundo o jogador, o nível técnico no Mundial é maior que nas paraolimpíadas: “Apesar de não ter o mesmo glamour, é bem mais difícil de vencer”, resume o atleta. 1- Limitações distintas Os atletas são divididos em 11 classes distintas. Mais uma vez, segue a lógica de que quanto maior o número da classe, menor é o comprometimento físico-motor do praticante. A classificação é realizada a partir da mensuração do alcance de movimentos de cada atleta, sua força muscular, restrições locomotoras, equilíbrio na cadeira de rodas e a habilidade de segurar a raquete. Na classe 2, há redução na atividade do braço com que se pega a raquete, afetando a ação de agarrar e a função da mão (músculo do pulso). QUEM É ELE Nome: Iranildo Conceição Espíndola Nascimento: 24/1/1970, em Goiânia Peso: 78kg Categoria: classe 2 Títulos: enacampeão Brasileiro individual (2000 a 2009); pentacampeão Sul-Americano individual (2001, 2002, 2004 e 2006); tricampeão Pan-Americano (2003, 2005 e 2007) no individual e tricampeão em dupla, sem contar bronzes e pratas O númeroR$ 12 milCustos (hospedagem, alimentação, etc.) para a participação de um para-atleta em um Mundial DepoimentoUm mergulho no mar mudou a minha vidaSofri um acidente em 20 de março de 1995, na Praia de Vila Velha (ES). Eu era jogador de futebol profissional e tinha viajado para participar de uma seletiva do Linhares. Fui com uns amigos à praia para jogar futevôlei e no meio da partida caí e me sujei com a areia. Fui dar um mergulho no mar para me refrescar e limpar meu corpo. Fui furar uma onda e quando mergulhei bati a cabeça com tudo em um banco de areia. Para mim, eu gritava e balançava os braços, mas na verdade estava imobilizado. Por sorte, um amigo viu que eu tinha ido mergulhar e não voltei. Ele entrou na água e me encontrou sem conseguir me mexer e falar. Fui socorrido e no mesmo dia voltei para Brasília. Lesionei a vértebra C5 e C6, o que me deixou tetraplégico. O médico disse que por pouco eu não lesionei a C3, o que provavelmente teria me matado. Fiquei três meses e 18 dias internado no Hospital de Base e depois fui transferido para o Sarah Kubitschek, onde permaneci por quatro meses internado. Lá, fiz um tratamento de três meses, depois do qual eu podia voltar para casa. Levei dois anos para recuperar os movimentos dos braços, mas perdi a força nas mãos e alguns movimentos. Os médicos nunca falam que um dia você voltará a andar ou que isso é impossível. Quando eu percebi que não tinha como me recuperar em 100%, comecei a aceitar essa situação. Tentei voltar a trabalhar, estudei, fiz concurso, mas as portas sempre estiveram fechadas. Conheci o Tênis de mesa no Sarah Kubitschek. No começo, foi barra. Não encontrava um técnico com experiência e que tivesse suporte para me ajudar. Mesmo assim, resolvi competir pela primeira vez em 1999, no Regional Centro-Oeste, em Goiânia. Tive a surpresa de ganhar com facilidade. Pensei: acho que levo jeito para isso. Mas ainda não tinha certeza. A ficha caiu mesmo quando participei do meu primeiro Brasileiro e venci. Ganhei de atletas que tinham experiência de 10 anos. Aqui no Brasil eu não sei o que é perder. Sempre venci todas as competições que participei. Saiba maisRaquete Após participar das paraolimpíadas de Atenas (2004), Iranildo passou a jogar com a raquete de ataque nos dois lados. “Como não consigo virar a raquete, porque ela fica presa na minha mão, os dois lados são iguais. Optei pela borracha lisa porque proporciona maior velocidade à bola. Hoje, uso a raquete com borracha média (70% de velocidade)”, explica. Tipos de borracha: Lado liso: ataque — oferece maior explosão e velocidade à bola. Lado com pino: defesa — amortece a bola e a devolve com pouca velocidade e força. Garantidos no MundialCadu Gomes/CB/D.A Press - 22/10/09Ronaldo de SouzaRonaldo de Souza (DF)- classe 2 Welder Knaf (PR)- classe 3 Esequiel Babes (PR)- classe 4 Claudiomiro Segato (PR)- classe 5 Carlo Michell (MG)- classe 6 Jane Karla (GO)- classe 8 Armas de cada umRei do balão Iranlido é conhecido e reconhecido no mundo do Tênis de mesa como o “rei do balão”. O apelido foi dado por conta da habilidade do jogador em bater na bola de um jeito que ela vai e volta sozinha. “Aprendi sofrendo durante uma partida contra um europeu. O cara era muito bom e decidi que tinha que aprender a fazer aquela jogada. Estudei todos os movimentos e treinei bastante até conseguir”, conta o para-atleta. Saiba maisUm jogador do DF garantido Vencedor do Parapan-Americano deste ano, na Venezuela, Ronaldo de Souza já tem participação certa no Mundial. O 11ª melhor atleta do mundo, também classe 2, é companheiro de Iranildo nos treinos e mesmo jogando há pouco mais de um ano e meio, tornou-se o principal adversário do goiano. “No Brasileiro, realizado em Florianópolis, os dois se enfrentaram e Iranildo venceu Ronaldo na final. Os dois estão no mesmo nível”, avalia o técnico da dupla, José Ricardo Rizzone. ServiçoCom atividades gratuitas, o Cetefe oferece 12 modalidades para portadores de necessidades especiais. Em algumas delas, o material é cedido para iniciantes. Modalidades: Tênis de quadra; Tênis de mesa; badminton; Natação; Bocha; Atletismo; Tiro com arco; futebol com cinco jogadores; futebol com sete jogadores; vôlei sentado; futebol para amputados e golbol. Local: SAIS, Área 2A, Edifício Enap, Ginásio, Sala G-04 – Asa Sul. Mais informações pelo telefone: 2020-3168.

Deixa ele aí; se morrer, o médico avisa, se ficar bom, a gente busca

FOLHA DE SÃO PAULO (SP) • ESPORTE • 27/12/2009

Deixa ele aí; se morrer, o médico avisa, se ficar bom, a gente busca


DO ENVIADO A CAMPO GRANDEAssim que pariu Ismael, há 19 anos, Vilma Evangelista ouviu do então marido, cujo nome faz questão de não citar: "Deixa ele aí no hospital. Se morrer, o médico avisa. Se ele ficar bom, a gente vem buscar". Vilma escolheu o filho e perdeu o marido.Demorou, mas Ismael ficou bom. Passou os seis primeiros meses de vida na UTI. Só foi andar e falar com três anos."Por causa da bendita da bola", conta a mãe. "Ele ficou em pé a primeira vez para correr atrás de uma bola. E só aprendeu a falar para pedir uma bola de presente."Antes dos dez anos, Ismael passou por dez cirurgias, incluindo um transplante de intestino. Livrou-se da colostomia (bolsa externa para drenagem intestinal) e lançou-se a jogar futebol na rua, como todas as crianças da idade."Diziam que meu filho seria um vegetal", relembra Vilma.Ele, no entanto, contrariou previsões médicas, ignorou as proibições da mãe e, sobretudo, nunca se importou com o fato de ter o lado esquerdo do corpo parcialmente paralisado."Jogava com os normais, na rua, na escola, em todo lugar", conta Ismael. "Tomava porrada. Ninguém pegava leve, caía, me machucava bastante."Aos 12 anos, foi levado por um professor para o time de Atletismo da escola. Ganhou medalhas correndo distâncias curtas, mas nunca se empolgou de verdade. O que ele queria mesmo era jogar futebol."Ele vivia me dizendo: "Quando o médico consertar minha perna, vou chegar à seleção. Você vai ver, mãe"."Há três anos, juntou-se ao Pantanal, um dos três clubes de futebol de paralisados cerebrais de Campo Grande.Desde então, sai de casa todos os dias às 6h30, pega três ônibus para chegar às 8h30 ao campo onde seu time treina.Usa a boca para calçar as meias e tem a ajuda dos colegas para amarrar as chuteiras.Neste ano, cumpriu o que prometera à mãe e finalmente chegou à seleção brasileira sub--20, com a qual conquistou a medalha de ouro nos Jogos Parapanamericanos disputados em Medellín, em outubro."Fiz dois gols na final contra a Argentina", diz, orgulhoso. "E depois os caras nem quiseram trocar de camisa com a gente."Com os R$ 750 que ganha por mês do bolsa-atleta, tem o maior salário da casa de quatro cômodos que divide com a mãe, o padrasto e a irmã mais nova, no Jardim Columbia, um terreno invadido na periferia de Campo Grande.Ismael, que ganhou o apelido de "Obina" dos companheiros por causa dos dentes salientes, é tido como um dos jogadores mais promissores da nova geração. É a estrela do campinho de barro que fica exatamente em frente à casa onde mora.Não descuida do penteado moicano e faz questão de jogar com chuteiras coloridas.Mesmo assim, diz que prefere estudar -está no primeiro ano do ensino médio - e que não vê futuro algum no esporte que tanto gosta de praticar."Sei que isso daqui a pouco acaba", diz, conformado. "Eu vou ter que estudar." (MF)

Atletas com deficiência superam preconceito.

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Duas atletas brasileiras são um ótimo exemplo de como superar preconceitos e vencer. Renata Faustino é considerada a melhor do Brasil no Badminton. Descoberta em uma comunidade carente do Rio de Janeiro, ela precisou superar a deficiência auditiva.A deficiência auditiva também ão foi capaz de impedir o crescimento de Natália no vôlei de quadra.

Repórter: Adriana Bittar

JORNAL DA RECORD (SP) • REPORTAGEM • 24/12/2009 • 20:00:00 • RECORD

Vejam no que dá o exemplo de alguns Politicos de nosso País!!

Praias acessiveis.


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Na Praia do Leblon, Zona Sul do Rio de Janeiro, jovens pegam onda no mar. Na areia, muletas e perna mecânica. Diferente? No trecho de praia já é comum. A dona de casa Ana Paula Cândido teve uma das pernas amputada depois de um acidente. “Antes, eu tinha vergonha até mesmo de sair de casa e de fazer as coisas. Hoje não”, contou. Para quem usa cadeira de rodas, a areia é um grande obstáculo. “Não adianta vir à praia para a gente ficar olhando, porque só dá inveja”, comenta um jovem. A costa brasileira é quase toda cheia de praia. Chega quem quer, é um lugar democrático. Mas, para os portadores de deficiência física, muitas vezes o lazer termina no calçadão. São raras as praias que tem a placa de acesso a quem precisa. No Rio, só há duas esteiras próprias para portadores de necessidades especiais. Henrique, que usa muletas, não se contentou só com o calçadão. Junto com amigos, criou a ONG AdaptSurf. A prefeitura forneceu alguns equipamentos, e o resto foi a boa vontade do jovem.

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Daniel Dias e Josiane Lima foram os melhores atletas paraolímpicos do ano

Vejam os os vencedores do Prêmio Brasil Olímpico 2009

Antes das duas principais premiações da noite desta segunda-feira no Maracanãzinho, o COB também premiou com Prêmio Brasil Olímpico os melhores atletas brasileiros em cada esporte olímpico.

Alguns dos destaques foram o nadador César Cielo, primeiro nadador a vencer duas provas em um Mundial de Natação, o ginasta Diego Hypolito, tetracampeão da Copa do Mundo de Ginástica em 2009, a jogadora Marta, que recebeu nesta segunda na Suíça pela quarta vez consecutiva o prêmio de melhor jogadora de futebol do mundo da FIFA, a judoca Sarah Menezes, vencedora de sete medalhas internacionais na sua categoria no esporte, e o velejador Torben Grael, que foi eleito pela Federação Internacional de Vela como o melhor do ano no esporte.

A remadora catarinense Josiane Lima e o nadador Daniel Dias foram escolhidos os melhores atletas paraolímpicos do ano.

- Confira os 42 melhores atletas olímpicos em cada esporte e os outros premiados da noite:

Atletismo: Fabiana Murer

Esgrima: Cleia Guilhon

Ginástica Artística: Diego Hypolito

Ginástica de Trampolim: Taíssa Garcia

Natação sicronizada: Nayara Figueira

Ciclismo estrada: Murilo Fisher

Badminton: Daniel Paiola

Canoagem Slalom: Poliana de Paula

Triatlo: Reinaldo Colucci

judô: Sarah Menezes

futebol: Marta

Saltos Ornamentais: César Castro

Hipismo adestramento: Luiza Almeira

Futsal: Tiago Marinho

basquete: Anderson Varejão

Taekondo: Natália Falavigna

Ciclismo moutain bike: Edivando Cruz

Ciclismo Pista: Marcos Novello

Ciclismo BMX: Renato Resnde

Levantamento de Peso: Rosane Santos

Natação: César Cielo

Tênis: Thiago Bellucci

Tênis de Mesa: Thiago Monteiro

Desportos no Gelo: Kevin Alves

Handebol: Jaqueline Anastácio

Tiro com arco: Brunna Araújo

Vela: Torben Grael

Róquei: Djenifer Soares

vôlei de praia: Harley Marques

Canoagem Velocidade: Nivalter Santos de Jesus

Pentatlo Moderno: Yane Marques

Hipismo - Saltos: Rodrigo Pessoa

Lutas: Laís Nunes

tiro esportivo: Ana Luiza Ferrão

Desportos na Neve: Maya Harrison

Boxe: Everton Lopes

Ginástica Rítima: Ana Paula Scheffer

Maratona Aquática: Poliana Okimoto

Hipismo CCE: Serguei Fofanoff

vôlei: Fabiana Claudino

Polo Aquático: Marina Canetti

Remo: Ailson Eraclito Silva

- Olimpíadas escolares de 2009 (13-14 anos):

Carolina Bilici (Natação)

Hugo Caldeirano (Tênis de mesa)

- Olimpíadas escolares 2009 (15-17 anos):

Carolina Bergamaschi (Natação)

Willian Braido (Atletismo)

- Jogos Universitários 2009:

Natália Falavigna (Taekondo)

Diogo Silva (Taekondo)

Prêmio Adhemar Ferreira da Silva:

Joaquim Cruz (Atletismo)

Melhores técnicos:

Walquiria Campelo (Atletismo)

Renato Araújo (Diego Hypolito)

Ricardo Cintra (Poliana Okimoto)

Brett Hawke (César Cielo)

- Melhores atletas paraolímpicos:

Josiane Lima (feminino)

Daniel Dias (masculino)

- Prêmio mérito Rio-2016:

Orlando Silva (ministro dos esportes)

Eduardo Paes (prefeito do Rio de Janeiro/RJ)

Sérgio Cabral (governador do Rio de Janeiro)

Carlos Alberto Osório (presidente do Comitê Rio-2016)

Carlos Arthur Nuzman (presidente do COB)

Luiz Inácio Lula da Silva (presidente do Brasil)

sábado, 19 de dezembro de 2009

Brasiliense entre os 30 do mundo no Tênis em Cadeira de Rodas

O tênis brasileiro vive seu melhor momento, desde 2004, em todas as modalidades. O tênis em cadeira de rodas, um dos motivos de superação para os atletas que o praticam, também entrou para história do tênis nacional nesta semana. Depois de faturar 6 títulos em torneios internacionais em 2009, o número um do Brasil na modalidade cadeirantes, Carlos Santos, mais conhecido como “Jordan”, alcançou sua meta: a de configurar entre os 30 melhores tenistas do mundo, fato que jamais um brasileiro conseguiu alcançar na história do tênis do país.
No início do mês Jordan foi homenageado no Prêmio Tênis, um evento promovido pela Revista Tênis e pela parceria CBT/Correios. Na ocasião ele recebeu o troféu de melhor tenista cadeirante de 2009, depois de um trabalho árduo no Brasil e fora dele. “Acho que receber o Prêmio Tênis e estar entre os Top 30 do mundo é um oportunidade de mostrar aos nossos patrocinadores, imprensa e aos técnicos, que estamos trabalhando muito” disse o Top 30 do mundo e dono da medalha de ouro nas Paraolimpíadas do Rio de Janeiro em 2007, ao lado do seu parceiro Maurício Pommê, “Desde 2004 estamos trabalhando muito para o crescimento do nosso esporte. Conseguimos o ouro nos jogos Parapan-americano no Rio e vencemos torneios internacionais importantes ao logo da caminhada”, completou o tenista que mora em Brasília.
Nesta temporada o número um do país faturou os troféus de campeão em dois torneios em Buenos Aires (ARG) e mais quatro no Brasil – três em Belo Horizonte (MG) e um em Vitória(ES). Jordan ainda ajudou o país a conquistar vaga para principal divisão do Mundial de Cadeirantes, que será disputada em 2010 na Turquia. A equipe, que ainda teve Maurício Pommê e Daniel Rodrigues como titulares, terminou o Grupo II da competição, que nesta temporada foi disputada em Nottingham, na Inglaterra, em terceiro lugar.
Para o vice–presidente da CBT, Jesus Tajra, ter um tenista entre os Top 30 é retorno de muito trabalho feito nos últimos anos, inclusive na elaboração do calendário da ITF. “Este ano, o Brasil fez um número inédito de torneios internacionais. Isso ajudou os nossos atletas a disputarem torneios de alto nível sem sair de casa. Mesmo os que acontecem fora do país, a Confederação Brasileira de Tênis e o Comitê Paraolímpico Brasileiro apóiam os jogadores durante as viagens. Em 2010 esse apoio continua e o número de torneios internacionais no Brasil vai aumentar”, afirmou Tajra, que atualmente é o intermediário entre CBT e CPB e acompanha os jogos dos melhores do Brasil de perto.
Fonte: Assessoria de Imprensa CBT

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

QUEM FOI PREMEADO DO BASQUETEBOL EM CADEIRA DE RODAS???

Prêmio Brasil Paraolímpico

Daniel Dias e Josiane Lima brilham no Prêmio Brasil paraolímpico de 2009Em noite de festa no Rio de Janeiro, o Prêmio Brasil paraolímpico 2009 reforçou o status de superatleta do nadador Daniel Dias. Após conquistar oito medalhas de ouro no Mundial da semana passada, ele foi eleito, por voto popular, nesta terça-feira o melhor atleta masculino do ano, a exemplo do que tinha acontecido em 2008. Entre as mulheres, o troféu ficou com a remadora Josiane Lima, vice-campeã mundial na Polônia. Concedido pelo Instituto Superar, o prêmio reuniu a elite do esporte paraolímpico brasileiro em cerimônia realizada na Barra da Tijuca.

Feira para deficientes físicos.

Feira tecnológica expõe produtos para portadores de necessidades especiais e deficientes físicos. Uma perna mecânica, por exemplo, exibe 50 mil opções de velocidade. Ela é usada por uma maratonista que venceu a São Silvestre. Outros equipmamentos também foram apresentados. No Brasil, o público potencial desta feira é de 25 milhões.


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sábado, 5 de dezembro de 2009

Brasil em alto nível

Comandados pela dupla Andre Brasil e Daniel Dias, o Brasil terminou o Campeonato Mundial Paraolímpico em Piscina Curta, no Parque Aquático Julio Delamare, com 44 medalhas no total, sendo 20 de ouro. Para manter a tradição, Daniel (S5) e Andre (S10) venceram e bateram recordes mundiais em suas provas individuais neste sábado, último dia de competições, mas a vitória mais emocionante foi de Carlos Farremberg, o Carlão, nos 100m livre na classe S13, para deficientes visuais.
Ao final de sete dias de provas, o Brasil terminou em quarto lugar no quadro de medalhas, empatados em número de ouros com os Estados Unidos. A Rússia ficou em primeiro, com 52 medalhas (34 ouros, 12 pratas e seis bronzes), seguida por Austrália, com 55 (23 ouros, 18 pratas e 14 bronzes), Estados Unidos, com 51 (20 ouros, 20 pratas e 11 bronzes) e Brasil, com 44 (20 ouros, 10 pratas e 14 bronzes). No último Mundial de piscina de 50 metros, em 2005, o Brasil ficara na quinta colocação.
Na prova mais emocionante do dia, com direito a muita vibração e choro da família na torcida, Carlão assumiu a liderança nos últimos cinqüenta metros e ainda bateu o recorde mundial, com o tempo de 53s52.
"Quando saí da piscina ouvi que tinha ficado em terceiro, depois do anúncio oficial percebi que tinha ganhado e batido o recorde. Ainda não caiu a ficha. É a primeira vez que quebro um recorde mundial, disse Carlão, muito emocionado, abraçado pelo pai Ernest, a mãe Maria Lúcia e mulher Tatiana".
Daniel Dias e Andre Brasil cumpriram exatamente o que prometeram: venceram e bateram recordes mundiais em todas as provas que disputaram, sendo responsáveis por 15 medalhas de ouro. Daniel terminou a competição com oito ouros, enquanto Andre conquistou sete. Neste sábado, quem vibrou primeiro foi Daniel, vencendo os 200m livre, com o tempo de 2m29s85, na segunda prova do programa. Andre, por sua vez, não deu chances aos adversários nos 100m livre, estabelecendo a nova marca para a distância com 48s70.
“O campeonato foi fantástico em todos os aspectos, e o Brasil muito bem. Terminei esta prova muito cansado, mas depois de sete dias de competição, nadando todo dia, não tinha outra forma. Mesmo assim estou muito feliz com o tempo e com o recorde nesta prova”, disse Daniel, que entre todas vitórias elegeu a dos 100m peito como a mais gratificante. “Teve um gosto especial por ter me dado a oportunidade de vencer o espanhol que me derrotara em Pequim. Foi uma prova especial."
“Estou satisfeito porque consegui alcançar meu objetivo em termos de vitórias, mesmo assim, a satisfação não foi total, pois nos 50m e nos 100m livre eu queria ter feito tempos ainda melhores. Neste último dia eu sabia que o maior adversário seria o cansaço. Entre eliminatórias e finais, entrei na água 16 vezes”, disse Andre, que chegou a passar mal no final das competições neste sábado.
Murilo Barreto, treinador da seleção brasileira, também comemorou o resultado:
“Foi muito além do imaginávamos. Creio que por ser no Brasil, com apoio da família e da torcida, os atletas se superaram. É importante destacar a preparação que foi feita durante todo o ano, essencial para termos os resultados que vimos aqui."
Para Marcos Malafaia, presidente do Instituto Superar e do Comitê Organizador, o Mundial foi um divisor de águas no esporte paraolímpico brasileiro:
“O Mundial foi uma realização histórica para o esporte paraolímpico brasileiro e alcançou todos os nossos objetivos. A partir de hoje existe um novo parâmetro para eventos paraolímpicos no Brasil. Alcançamos nossos objetivos de qualidade tanto na parte técnica, para atletas e participantes, quanto para público e convidados. Queremos que outras competições aconteçam na cidade.”
Andrew Parsons, presidente do Comitê Paraolímpico Brasileiro e membro do Comitê Executivo do Comitê Paraolímpico Internacional, acredita que o Mundial é uma boa sinalização para os Jogos Paraolímpicos de 2016.
“É uma grande satisfação, poucas semanas depois de o Rio ganhar a disputa pela sede dos Jogos de 2016, ter a certeza de que podemos entregar um evento de altíssimo nível. Foi um excelente primeiro passo rumo a 2016”.
Das 21 finais disputadas no último dia do Mundial Paraolímpico de Natação apenas em uma prova, o 200 metros medley feminino classe SM13, não houve quebra de recorde mundial. Os nadadores que mais contribuíram para este feito foram os australianos. O país, que disputava a terceira posição no quadro de medalhas com o Brasil, faturou seis medalhas de ouro - com cinco recordes mundiais: no revezamento 4x100m Medley - Masculino 34 pontos; nos 100 metros peito masculino, classe SB7; nos 100 metros livre masculino, classe S9; nos 50 metros borboleta masculino, classe S7 e nos 200 metros medley masculino, classe SM8; além de três pratas e um bronze. Com esse desempenho, a Austrália assegurou a segunda colocação no quadro de medalhas com 23 ouros, 18 pratas e 14 bronzes. Outros países que se destacaram neste sábado foram a Grã-Bretanha com quatro ouros, duas pratas e três bronzes e a Rússia com quatro ouros, cinco pratas e dois bronzes.

Assessoria de Imprensa do Comitê Paraolímpico Brasileiro/Media Guide ComunicaçãoCPB: Thiago Ypiranga (Thiago.ypiranga@cpb.org.br/ 61 3031 3035/ 61 8... )Daniel Brito (daniel.brito@cpb.org.br)Diogo Mourão (diogo@mediaguide.com.br / 21 8301-0149 )Manoela Penna (manoela@mediaguide.com.br) / 21 8301-0123 )

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Mundial Paraolimpico de Natação - Rio 2009.


Mascote oficial do Swimming Rio 2009

Este é o Otto, o polvo mascote oficial do Mundial de Piscina Curta (25m). Por um problema de má-formação congênita, ele nasceu com apenas seis tentáculos. Mas não por isso ele é menos feliz e disposto a praticar esportes e ter uma vida saudável.
Sobre a Natação Paraolímpica


A natação está presente no programa oficial de competições desde a primeira Paraolimpíada em Roma (1960). Homens e mulheres sempre estiveram nas piscinas em busca de medalhas. O Brasil começou a brilhar em Stoke Mandeville (1984), quando conquistou um ouro, cinco pratas e um bronze. Nos Jogos Paraolímpicos de Seul (1988), os atletas trouxeram um ouro, uma prata e sete bronzes. Em Barcelona (1992), a natação ganhou três bronzes. Em Atlanta (1996), o resultado foi exatamente igual à de Seul. Os Jogos de Sydney foram marcados pelo excelente desempenho da natação, que trouxe um ouro, seis pratas e quatro bronzes para o Brasil. Em Atenas, o Brasil brilhou como nunca, foram sete medalhas de ouro, três de prata e uma de bronze. No Parapan do Rio de Janeiro (2007) o Brasil ficou em segundo lugar geral da modalidade, perdendo para o Canadá, mas ficando a frente dos Estados Unidos. Foram 39 medalhas de ouro, 30 de prata e 29 de bronze.
Na nataçãocompetem atletas com todos os tipos de deficiência (física e visual) em provas como nos 50m aos 400m no estilo livre, dos 50m aos 100m nos estilos peito, costas e borboleta. O medley é disputado em provas de 150m e 200m. As provas são divididas na categoria masculino e feminino, seguindo as regras do IPC Swimming, órgão responsável pela natação no Comitê Paraolímpico Internacional. As adaptações, são feitas nas largadas, viradas e chegadas. Os nadadores cegos recebem um aviso do “tapper”, por meio de um bastão com uma ponta de espuma, quando estão se aproximando das bordas. A largada também pode ser feita na água, no caso de atletas de classes mais baixas, que não conseguem sair do bloco. As baterias são separadas de acordo com o grau e o tipo de deficiência. No Brasil, a modalidade é administrada pelo Comitê Paraolímpico Brasileiro.

Classificação

O atleta é submetido à equipe de classificação, que procederá a análise de resíduos musculares por meio de testes de força muscular; mobilidade articular e testes motores (realizados dentro da água). Vale a regra de que quanto maior a deficiência, menor o número da classe. As classes sempre começam com a letra S (swimming) e o atleta pode ter classificações diferentes para o nado peito (SB) e o medley (SM).

Maiores informaçõe no site oficial do Mundial:

http://www.swimmingrio2009.com.br/

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

I Aberto do Brasil paraolímpico de Tênis de Mesa

Começou hoje o I Aberto do Brasil paraolímpico de Tênis de Mesa, com 190 competidores de 33 países. Esta é a última chance de atletas de todo o mundo conquistarem índice para o mundial do ano que vem.

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Recife sedia Campeonato Brasileiro de basquete em cadeira de rodas

PE 360 GRAUS.COM (PE) • ÚLTIMAS NOTÍCIAS • 26/11/2009

Competições da Primeira Divisão começam neste sábado, na quadra do Colégio Boa Viagem, e são abertas ao público; 12 equipes de sete Estados brasileiros participam da disputa. De sábado (28) a quinta-feira (3), o Recife sedia as provas do campeonato Brasileiro de basquetebol em cadeiras de Rodas da Primeira Divisão. 12 equipes de sete Estados brasileiros participam da disputa e a tabela de jogos, que será definida no Congresso Técnico, vai ter 28 partidas.As partidas serão realizadas na quadra do Colégio Boa Viagem (CBV), na rua Professor Eduardo Wanderley, 539, na zona sul da capital pernambucana, e são abertas ao público.
As equipes que conquistarem as três primeiras colocações do ranking do campeonato ganharão do Governo Federal a Bolsa atleta, apoio financeiro mensal, durante um ano, de R$ 750.O campeonato terá ainda dois convidados especiais: a jogadora da seleção, Marta Sobral - que acompanhará a maioria das partidas - e do presidente do Comitê paraolímpico Brasileiro, Andrew Parsons, com presença confirmada no último dia de jogos. A cerimônia de premiação de atletas e equipes acontecerá na quinta, após as finais, na quadra do CBV. A festa de encerramento, com a premiação All Star (cinco melhores atletas) e do Cestinha do campeonato, ocorrerá no Arcádia Boa Viagem, às 20h da quinta (3), apenas para convidados. O evento vai marcar também a comemoração do Dia Internacional da Luta da pessoa com deficiência. Na ocasião, haverá shows dos artistas Cristina Amaral e Maestro Spock, além de uma apresentação do Bloco das Flores. Participam as equipes ADDF/PE, Grisp-‘Águias’/SP, FUNAD/PB, All Star Rodas/PA, Magic Hands/SP, CAD/SP, AEDREHC/SP, Adfego/GO, ONG/RJ. ANDEF/RJ, AMP/MG e ACADEF/RJ.
CONGRESSO TÉCNICO
O Congresso Técnico vai acontecer no sábado (28), às 17h, no Canárius Palace Hotel, na avenida Boa Viagem. Pouco depois, às 19h30, será realizada a partida de abertura, com a ADDF, equipe pernambucana, no embate. Ele será o primeiro evento da CBBC após a confirmação do Brasil como sede dos Jogos paraolímpicos de 2016. Cerca de 180 pessoas, entre atletas, técnicos e componentes das delegações, participam do evento, que terá ainda as presenças da técnica da seleção brasileira, Maria de Fátima Fernandes, e de uma comissão de “olheiros”. O campeonato é realizado pela Federação Pernambucana de basquetebol em cadeiras de Rodas (FPBC) e promovido pela Confederação Brasileira de basquetebol em cadeiras de Rodas (CBBC). O campeonato Brasileiro de basquetebol em cadeiras de Rodas da Primeira Divisão tem o patrocínio do Sesi Nacional e os apoios da Invicto, Funasa, Vetnil, Água Mineral Crystal e Consórcio Grande Recife. Mais informações no site da CBBC.

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Campanha publicitária do Governo Federal garante acessibilidade às pessoas com deficiência visual

A Campanha Nacional “Iguais na Diferença – Pela inclusão das pessoas com deficiência”, responsabilidade da Secretaria Especial dos Direitos Humanos e da SECOM, foi idealizada para mostra que a inclusão é possível. O filme publicitário é embalado pela música “Condição”, de Lulu Santos. A peça é pioneira na propaganda brasileira por oferecer simultaneamente os três recursos de acessibilidade: legenda em formato criativo, audiodescrição (um recurso indispensável para pessoas com deficiência visual, que consiste na descrição das cenas e movimentos que ajudem a compreender a história) e LIBRAS (Língua Brasileira de Sinais).

http://www.mj.gov.br/corde/AudioDescricao_Corde.asp

Judocas paraolímpicos recebem patrocínio da INFRAERO

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A Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) assinou nesta segunda-feira (16) um acordo de patrocínio anual com o Comitê Paraolímpico Brasileiro (CPB), no valor de R$ 500 mil. A empresa, que já patrocina o judô olímpico desde 2005, é a primeira a patrocinar uma modalidade paraolímpica.
Ao assinar o acordo, em cerimônia no Aeroporto
Internacional Juscelino Kubitschek, o presidente da estatal, Murilo Marques , ressaltou a importância de investir no esporte e em ações sociais.
A palavra patrocínio neste momento representa muito mais do que um apoio financeiro ou uma estratégia de marketing. Conota uma ação social, de incentivo ao
esporte , uma atitude de Brasil , afirmou.
O presidente do CPB, Andrew Parsons, destacou que é interesse de toda a nação o apoio ao
esporte paraolímpico e defendeu a igualdade de oportunidade entre os atletas. Ao citar as vitórias do judoca Antonio Tenório nas Paraolimpíadas de Atlanta (1996), Sidney (2000), Atenas (2004) e Pequim (2008), o presidente lembrou que os medalhistas empunham a mesma bandeira e entoam o mesmo Hino Nacional .
O judoca comemorou o incentivo e garantiu que o patrocínio vai ser fundamental aos
treinos para o Campeonato Mundial de Judô de 2010, em Antália (Turquia), os Jogos Panamericanos de 2011, em Guadalajara (México), e as Olimpíadas de 2012, em Londres (Inglaterra ).
Tenório lamentou, no entanto, que atualmente há pouco patrocínio aos atletas que competem individualmente. A maior dificuldade que enfrentamos hoje é com o patrocínio individual. Falta material humano. Ele acredita que a iniciativa da Infraero vai motivar outras empresas.
O judoca esteve presente ao evento acompanhado dos também
medalhistas dos Jogos Paraolímpicos de Pequim Karla Cardoso, Daniele Silva, Deanne Silva e Michelle Ferreira. Os atletas, deficientes visuais, fizeram uma breve apresentação da modalidade no encerramento da cerimônia.

Da redação do DIARIODENATAL.COM.BR com Agência
Brasil

sábado, 14 de novembro de 2009

Paralympic Sport TV.

O link abaixo é do site "Paralympic Sport TV".

Muitos vídeos sobre o esporte paraolimpico internacional, competições , eventos, superinteressante.

Visitem e cadastrem-se.


http://player27.narrowstep.tv/assets/players/4304/html/player.html

Vídeo da Federação de Basquetebol da Grã-Bretanha.

A Federação Nacional da Grâ-Bretanha promove a inclusão da criança com deficiência no Basquetebol em Cadeira de Rodas através de um Vídeo muito bem elaborado, vejam no link abaixo:


http://www.youtube.com/watch?v=AJLUD830PV0

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Eles superam qualquer limitação !!


CORREIO BRAZILIENSE (DF) • ESPORTES • 13/11/2009




Para-atletas cegos ou amputados de todo o país dão exemplo de força e superação na piscina, na competição realizada em Brasília

ANANDA ROPE .



Gledson da Paixão Barros tinha 6 anos de idade quando teve diagnosticado um câncer na garganta que atingiu seu nervo ótico. O menino fez seis meses de quimioterapia, se livrou da doença, mas perdeu a visão. Ele, que nunca tinha nem mergulhado, aprendeu a nadar no ano seguinte, e hoje consegue se destacar entre os para-atletas durante as competições. Ontem, conquistou a prata nos 50m livre dos Jogos paraolímpicos Escolares, que ocorrem em Brasília. “Minha saída não foi boa e soube que o menino que ficou em primeiro lugar saltou do trampolim. Ele começou a prova em vantagem”, lamenta o nadador. Morador de uma comunidade carente d e Salvador, Gledson, da classe S11(cegueira total), treina apenas uma hora e meia duas vezes por semana, numa piscina de 10m — a semiolímpica, ou piscina curta, que possui o tamanho mínimo para competições, tem 25m. Mesmo assim, o baiano tem se destacado nas disputas regionais e agora nas nacionais. “A minha maior dificuldade é controlar a ansiedade de saber se outros nadadores estão à minha frente ou não nas provas. Quando sinto a bolinha (veja a arte), penso: cumpri minha obrigação”, revela. Segundo o técnico da equipe de Natação adaptada da Bahia, Gerson Coelho Coutinho, o trabalho de base do esporte é feito da mesma forma que o ministrado a atletas sem deficiência. “Os iniciantes começam com os exercícios de flutuação e pernada. Depois de algum tempo, é que passamos para as braçadas. A partir daí, manipulamos os movimentos para aperfeiçoá-los”, conta. Acidentes Na mesma piscina, passaram o catarinense Gustavo Gartz Santana, 17 anos, e o carioca Lucas Juvêncio Alves, 15 anos, ambos vítimas de acidentes de trânsito. Gustavo foi atropelado por um caminhão enquanto andava de bicicleta quando ainda tinha 8 anos. “Aprendi a nadar no ano seguinte e, aos 13 anos, comecei a competir. Nas primeiras vezes, eu ficava tão nervoso que ia ao banheiro de 20 em 20 minutos”, revela. “Desde então, não parei de participar das provas de Natação e disputo até os Torneios convencionais (com atletas sem deficiência). Hoje, fico mais tranquilo e seguro na piscina.” Tamanha dedicação e treino — duas horas e meia, seis dias na semana — o tornaram campeão nos 200m medley na classe S9. A história de Lucas não é muito diferente. Há três anos, o garoto estava sentado na calçada em frente da casa do tio com uma criança de 1 ano e meio no colo quando foi surpreendido por um carro desgovernado. Para salvar a vida do menino, Lucas o jogou para o lado. Mas não conseguiu escapar da tragédia. Sua perna esquerda acabou amputada. A direita teve o fêmur quebrado e o joelho bastante danificado, mas ele conseguiu se recuperar. “O médico disse que eu não ia mais andar. Eu nunca tinha nadado e, por orientação da fisioterapeuta, aprendi. Logo, comecei a treinar, pensando em competir. Hoje, ando normalmente com a ajuda da prótese e me dedico aos treinos, com o foco nas paraolimpíadas de 2016”, diz Lucas, que treina duas horas e meia, cinco vezes por semana, e conquistou a prata nos 50m livre da classe S10. Categorias As competições de Natação paraolímpica são denominadas pela letra “s”, de swimming (Natação, em inglês), e são divididas em 13 classes: » S1 a S10 — deficiência física, sendo S1 para mais as severas (sem mais de um membro) e S10 para menor deficiência (sem um dos membros ou com um dos membros deficiente) » S11 a S13 — para deficiente visual, sendo S11 sem visão total, S12 para quem tem 5% de visão e S13 para quem tem de 10% a 15% de visão. Saiba mais As primeiras competições de Natação em Jogos paraolímpicos ocorreram em 1960, em Roma, mas apenas para atletas com deficiência física. Só nos Jogos de Arnhem (Holanda), 20 anos depois, é que as provas para nadadores com cegueira e deficiência visual passaram a fazer parte do programa paraolímpico. O Brasil esteve presente em três paraolimpíadas, na Natação de cegos: em Atlanta (1996), com Fabiana Harumi Sugimori e Cláudio Panoeiro; em Sydney (2000), com Fabiana Harumi Sugimori; e Atenas (2004), com Fabiana Harumi Sugimori, André Meneghetti e Rodrigo Ribeiro. Especialista nos 50m livre, Fabiana conquistou o ouro em Sydney e em Atenas, com direito a recorde paraolímpico e mundial.

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Fatos da Abertura das Paraolímpiadas Escolares Brasília - 2009.


Estive presente a Cerimonia de Abertura das Paraolimpíadas Escolares 2009, ontem a tarde , no Ginásio do Cruzeiro.

Destaco inicialmente a participação das 20 delegações dos Estados Brasileiros que com muita alegria desfilaram e emocionaram a todos os presentes.
Outro destaque foi o lançamento da nova logo marca do Comitê Paraolímpico Brasileiro - CPB . A bandeira brasileira foi incorporada aos três Agitos, símbolo do paraolimpismo e presente na logo do Comitê Paraolímpico Internacional (CPI) (imagem acima).

Outro momento de muita emoção foi o revezamento na condução da tocha paraolímpica e o acendimento da Pira Paraolímpica pelo atleta Alan Fonteles, de 17 anos, do Pará, medalhista Paraolímpco em Pequim e que também fez o Juramento do atleta.

A delegação do Distrito Federal, como não podia deixar de ser, era uma das maiores, o que mostra que no DF , apesar de todas as dificuldades estamos pensando no futuro do paraolimpismo local.
A nota a se lamentar foi a falta de organização de nossa delegação quanto aos uniformes, pois enquanto outros estados apresentavam seus atletas todos uniformizados, com destaque para o Acre, São Paulo e Rio de Janeiro, nossos atletas estavam com as camisetas dos uniformes escolares , sendo que alguns estavam de Jeans e outros de formas diversas.
No mais é torcer para que todos conquistem a suas melhores marcas e que como diz aquela velha máxima: " Que vença o melhor!!"

Começam as Paraolimpíadas Escolares

Começam as Paraolimpíadas Escolares
Abertura reuniu as 20 delegações no DF

Crédito: Vinicius Loures

As Paraolimpíadas Escolares foram abertas oficialmente na tarde esta quarta-feira (11/11), no Ginásio do Cruzeiro, no Distrito Federal, com o desfile das delegações dos 19 estados e do DF. Aproximadamente 860 pessoas participam da competição, que reúne atletas de 13 a 21 anos em oito modalidades: atletismo, natação, futebol de 5 (deficientes visuais), futebol de 7 (paralisados cerebral), tênis de mesa, goalball, bocha e judô. As disputas serão na Enap (Setor Policial Sul) e no Cief (907 Sul), a partir de 9h.
Presidentes de associações filiadas ao Comitê Paraolímpico Brasileiro (CPB), representantes do Governo do Distrito Federal e do Ministério do Esporte também marcaram presença. “Gostaria de agradecer às secretarias estaduais de educação e de esporte de todos os estados presentes. Rei da garra e do esforço que fizeram para trazer sua delegação para Brasília”, reconheceu Andrew Parsons, presidente do Comitê Paraolímpico Brasileiro (CPB).
“Estou emocionado, feliz e muito honrado de estar nesta festa com gente de todo o país. Serve para mostrar a força do Brasil rumo aos Jogos de 2016”, declarou Marco Aurélio Klein, do Departamento de Excelência Esportiva do Ministério do Esporte.
Na cerimônia de abertura, Parsons aproveitou para anunciar a nova logomarca do Comitê Paraolímpico. A bandeira brasileira foi incorporada aos três Agitos, símbolo do paraolimpismo e presente na logo do Comitê Paraolímpico Internacional (CPI).
A competição serve como ponto de partida para atletas que sonham em representar o país nos Jogos Paraolímpicos do Rio de Janeiro, em 2016.
Como o rondoniense Allisson da Silva, de 19 anos, do futebol de 7. "Participei dos Jogos Parapan-Americanos Juvenis na Colômbia, em outubro, da Etapa Nacional Circuito Loterias Caixa, em Porto Alegre, no início de novembro, agora estou em Brasília. Quero muito representar meu país nos Jogos de 2016, no Rio de Janeiro", disse o atleta do futebol, mas que também é recordista brasileiro nos 100m rasos na classe T36.
Há, também, atletas de renome até mesmo no cenário adulto nacional. É o caso da pernambucana radicada em Brasília Nathalia Mayara, de 15 anos, tenista, mas que vai competir na natação e no tênis de mesa nas Paraolimpíadas Escolares. O alagoano Jonathan Souza, de 19 anos, é recordista mundial no arremesso de peso e no lançamento de dardo, também se apresentará em Brasília.
O medalhista paraolímpico, Alan Fonteles, de 17 anos, do Pará, também vai se apresentar. Foi na edição de 2007 que ele iniciou sua trajetória no movimento paraolímpico. “É importante ter uma boa participação nas Paraolimpíadas Escolares para que o Comitê faça boa avaliação e invista no desenvolvimento individual do atleta”, aconselhou Alan, que acendeu a pira olímpica e fez um juramento.
As primeiras disputas começaram na manhã desta quarta-feira, com dois jogos do futebol de 7. A equipe de Mato Grosso do Sul goleou São Paulo por 15 x 4, enquanto que a do Distrito Federal aplicou 6 x 1 no combinado de Rondônia e Acre.

Confira, abaixo, a programação dos três dias de competição.
PROGRAMAÇÃO
Quinta-feira (12/11)Natação – 9h às 12h (Enap)Futebol de 5 - 9h às 12h (Cief)Futebol de 7 - 9h às 12h (Enap)Tênis de Mesa - 9h às 12h (Enap)Bocha – 15h às 18h (Enap)
Sexta-feira (13/11)Atletismo – 9h às 12h (Cief)Natação – 15h às 18h (Enap)Futebol de 5 – 9h às 12h (Cief)Futebol de 7 - 9h às 12h e 15h às 18h (Enap)Tênis de mesa - 9h às 12h (Enap)Goalball - 9h às 12h e 15h às 18h (Enap)Bocha - 9h às 12h e 15h às 18h (Enap)
Sábado (14/11)Atletismo – 15h às 18h (Cief)Natação – 9h às 12h (Enap)Futebol de 5 – 9h às 12h (Cief)Futebol de 7 - 9h às 12h (Enap)Tênis de mesa - 9h às 12h (Enap)Goalball - 9h às 12h (Enap)Bocha - 9h às 12h e 15h às 18h (Enap)Judô – 9h às 12h (Cief)

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Canadá e Austrália.

Vejam este vídeo.

Grande partida entre o Canada e a Austrália.

Um jogo de alto nível.


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Vídeos no site da NWBA.

No link abaixo temos um acesso direto ao banco de vídeos do Site da NWBA, a Associação Nacional Americana de Basquetebol em Cadeira de Rodas, a "NBA" em cadeiras de rodas.

Muitos vídeos de competições , muito interesssante:

Copie e cole o link abaixo:

http://www.nwba.org/index.php?option=com_hwdvideoshare&Itemid=128

O Basquetebol em Cadeira de Rodas continua fora da Paraolimpiadas escolares.

Infelizmente nenhum planejamento foi realizado para que o basquetebol em cadeiras de rodas estivesse presente nos Jogos Paraolímpicos Escolares, que acontecem aqui em Brasilia esta semana.
Desta forma nossas crianças não ficam motivadas a participar desta modalidade e assim o numero de praticantes do Basquete não evolui da forma como poderia evoluir.
Nós que somos responsáqveis pelo desenvolvimento desta modalidade no Brasil temos que incentivar a pratica da mesma nas escolas,e mais uma vez esbarramos na dificuldade da aquisição das cadeiras de rodas. A sociedade e o poder público devem planejar as politicas esportivas para que se criem as condições nas escolas da realização de escolinhas de basquetebol em cadeiras de rodas para efetivamente massificarmos nossa modalidade em todo o pais.

Começa essa semana a 3 ª edição das paraolimpíadas escolares

De hoje até domingo, alunos de 12 a 21 anos participam em Brasília da 3 ª edição das paraolimpíadas escolares. Mais de 1200 atletas de 21 estados e do Distrito Federal estão nas competições. Os estudantes vão participar de competições de Natação, futebol, Atletismo, Bocha, gobol e Tênis de mesa. A premiação será no sábado com o anúncio dos vencedores. Segundo o vice presidente do Comitê paraolímpico, Misael Conrado, a paraolimpíada escolar atenta para a necessidade da prática desportiva entre os jovens, e a de desenvolver as aptidões de cada atleta. Conrado ainda afirmou que um dos prêmios é o Bolsa atleta, propiciado pelo programa do Ministério dos esportes, visando uma melhor qualidade nos treinamentos.


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Fonte: REPÓRTER BRASIL 1ª EDIÇÃO (DF) • REPORTAGEM • 10/11/2009 • 08:00:00 • TV BRASIL

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

CADEIRAS DE RODAS - A DIFICULDADE DE SE PROMOVER O ESPORTE PARAOLIMPICO NO PAÍS.

Quando a prática do paradesporto necessita de cadeiras de rodas específicas temos grande dificuldades para a massificação das modalidades paraolimpicas para cadeirantes.
Vejam que não é só com o BASQUETE M CADEIRA DE RODAS, o ATLETISMO tambem sofre desta falta de apoio.

Veja a matéria neste vídeo:

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Seleção Brasileira de vôlei fica em oitavo lugar no Mundial de Juniores no Irã




A Seleção Brasileira de vôlei paraolímpico (vôlei sentado) ficou apenas com o oitavo lugar no 3º campeonato Mundial de Juniores Masculino, disputado na cidade de Mashhad, no Irã. O Brasil conquistou apenas uma vitória de 3 a 1 sobre a Croácia e somou cinco derrotas no Torneio que se encerra nesta sábado, e que incluiu equipes do Irã, Bósnia-Herzegovina, Croácia, Alemanha, Iraque, Cazaquistão, Polônia e Rússia. As derrotas foram para o Cazaquistão (0 a 3), Croácia (2 a 3), Ucrânica (1 a 3), Irã (0 a 3) e novamente para a Croácia (1 a 3). Rússia, Alemanha, Ucrânia e Iraque foram os finalistas.



As dificuldades de comunicação são grandes desde o Irã, e somente na madrugada deste sábado Amauri Ribeiro, presidente da Associação Brasileira de vôlei paraolímpico, conseguiu enviar as informações por e-mail: “Infelizmente conseguimos apenas uma vitória na estréia e só tivemos derrotas na sequencia. O resultado de certa forma já era de se esperar, pois não tivemos uma preparação adequada. Começamos a Competição com muita insegurança e a evidente falta de experiência da maioria de nossos atletas que, apesar de tudo, fizeram o possível para se superar. Também a nossa seleção é muito jovem, com atletas com pouca ou nenhuma experiência em competições nacionais e muito menos internacionais. Ainda assim valeu a troca de experiência com as outras seleções e sem dúvida a nossa participação no Mundial servirá para a preparação das próximas competições”, disse o dirigente, o meio-de-rede que fez história na Pirelli / Santo André e Banespa, e ajudou o Brasil a conquistar as medalhas olímpicas de prata em Los Angeles (84) e de ouro em Barcelona (92).



A Seleção foi formada por cinco atletas paulistas quatro deles defendem o SESI/Suzano: Rodrigo Alves de Mello, Samuel Henrique Arantes, Carlos Jacó Valtrik Glemboski e Daniel Yoshizawa, além de Wellington Platini da Anunciação, do Cruz de Malta, da Capital. O Paraná teve três representantes, que atuam pelo Unilehu de Curitiba: Rubens Toalhares Junior, Celso Caio Maciel e Ítalo Fernandes de Lima. Representaram o Distrito Federal, Lucas Mendonça Cardoso e Edhuardo Medeiros de Oliveira, atletas do Cetefe, de Brasília. André Guilherme Pereira Caetano joga pela Andef de Niterói (RJ), e Vinicius Paulino Vinhadelli atua pela Adfego de Goiânia (GO).



Também representou a Adfego de Goiânia o técnico José Agtonio Guedes Dantas, que teve como assistentes Ulisses de Araújo, do Cetefe de Brasília, Marcelo Francisco de Oliveira, da Unilehu de Curitiba e Paulo Rogério da Fonte de Medeiros Rijo, da Apfa de Recife (PE). Os demais membros da delegação são da própria ABVP, sediada em São Paulo: o vice-presidente João Batista Carvalho e Silva, o médico Malcon Carvalho Botteon e Amauri Ribeiro, o presidente da entidade.



No final deste mês, o Brasil terá outro intercâmbio internacional: a Seleção Brasileira Feminina Adulta participará de quadrangular na Holanda, evento que incluirá o país-sede, a Rússia e a Eslovênia.



Praticado desde 1956, o vôlei paraolímpico é jogado em quadra com 10x6 metros. Seis atletas portadores de deficiência física motora participam da partida, sentados na quadra. As únicas exceções às regras convencionais do vôlei tradicional são o tamanho da quadra, a posição dos atletas, que jogam sentados, e a possibilidade de se bloquear o saque.

Fonte: http://www.finalsports.com.br/03/comando/headline.php?n_id=117802

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Senac-DF promove o terceiro encontro de Inclusão de Deficientes na Sociedade

Coordenadoria de Inclusão e Cidadania - 03/11/09 12:04

Senac-DF promove o terceiro encontro de Inclusão de Deficientes na Sociedade

Coordenadoria de Comunicação e Divulgação


Evento contará com palestras e apresentações do Projeto Cão Guia e do grupo teatral Maracatu

Nesta sexta-feira, dia 6, o Senac-DF promoverá o 3º encontro de Inclusão de Deficientes na Sociedade (INDES). O objetivo é conscientizar a população sobre responsabilidade social quanto à acessibilidade, respeito ao deficiente, e inclusão no mercado de trabalho. O evento, que está previsto para ser realizado das 14h às 17h, no Senac 903 Sul, tem como público alvo empresários, servidores e alunos do Senac, e a comunidade em geral.

“O principal objetivo da terceira edição do INDES é sensibilizar os empresários para a contratação de deficientes nas empresas além da cota já destinada”, explica Maria das Graças de Oliveira Silva Albuquerque, gerente da Coordenadoria de Inclusão e Cidadania do Senac-DF (CIC), setor responsável pela organização do evento.

A abertura do evento será realizada às 14h com o Hino Nacional interpretado na Linguagem Brasileira de Sinais (Libras), para deficientes auditivos, e a apresentação do grupo Maracatu, formado por crianças da APAE. Haverá também apresentação e simulação do Projeto Cão Guia.

Palestras
O evento contará com uma palestra sobre motivação e lição de vida, ministrada por Alexandre Ferreira Abade. Conhecido como o rapaz dos ossos de vidro, Alexandre é portador de uma doença hereditária rara, que o levou a sofrer mais de 300 fraturas por todo o corpo. Contrariando previsões médicas, ele sobreviveu e se formou em Gestão de Marketing. Alexandre estará acompanhado pelo psicólogo Mário Salomão. A outra palestra terá como tema a Inclusão do Deficiente no Mercado de Trabalho, e será ministrada por Joe Valle, secretário de Ciência e Tecnologia para a Inclusão Social. (SM)

Fórum social indígena debate assuntos de interesse comum em Paragominas (PA)

Fórum social indígena debate assuntos de interesse comum em Paragominas (PA)
Fonte: www.esporte.gov.br.

Durante a décima edição dos Jogos dos Povos Indígenas em Paragominas, no Pará, três dias foram marcados por uma agenda intensa de debates sobre questões indígenas. O palco de discussões do Fórum Social Indígena foi o Parque de Exposições da cidade. Na abertura do evento, um indígena Ka`apor deu as boas vindas aos participantes e falou um pouco sobre o esforço pessoal para melhorar a qualidade de vida de seu povo. “Tenho 43 anos de idade, terminei o ensino fundamental e estou cursando o 1º ano do ensino médio. Quero fazer faculdade de Direito para defender vocês”, anunciou.

O vice-prefeito de Paragominas, Paulo Tocantins, fez a saudação de boas vindas em nome de todos os moradores locais. “Viemos aprender um pouco mais sobre os indígenas, seus costumes, sua cultura e conhecimento. Por isso, transferimos a chave da cidade para o Comitê Intertribal porque queremos que nossos índios mantenham viva a cultura de seus ancestrais. É uma felicidade enorme tê-los aqui”, declarou.

A solenidade contou com a participação de Joel Oliveira Terena, que coordenou os trabalhos. Antes de dar início às atividades, ele pediu a todos os presentes que aplaudissem o grande espírito guerreiro. “Para nos dar sabedoria para refletir da melhor forma possível”, disse.

Também fez parte do evento Maria Helena Pareci, conselheira da Secretaria da Igualdade Social (Sepir) e uma das fundadoras do Conselho Nacional das Mulheres Indígenas (Conami). "Palestinos, negros, judeus e indígenas são minorias. Conheci o que são os Calungas. São afrodescendentes que moram num quilombo próximo a Brasília", explicou. Maria Helena acrescentou que esse povo necessita de apoio porque sofre com o preconceito da sociedade brasileira e até de indígenas que não conhecem a fundo a cultura deles. "As danças africanas são chamadas de macumbaria. Mas não é. Isso é a cultura deles", lembrou a conselheira.

"A sociedade acredita que por a gente estar com estas vestes tradicionais não somos um ser pensante", afirmou a antropóloga Iza dos Santos Tapuia, coordenadora de Proteção dos Direitos dos Povos e Populações Tradicionais. De acordo com ela, o apoio à luta dos povos indígenas tem que ser uma constante e ter as bases estruturadas na educação, no esporte, na cultura, na saúde e no lazer. "Hoje nossos parentes se esforçam na escola e estão surgindo profissionais, como advogados, antropólogos, nutricionistas. A gente cresce, mas a gente se enraíza em nossos costumes. Somos nós, integrantes da nação indígena brasileira, que saímos da aldeia para estudar e volta para ajudar o nosso povo", finalizou.

Carla Belizária
Ascom - Ministério do Esporte

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

O Presidente Responde: IPI, Fome Zero e pessoas com deficiência

Na coluna desta semana, o presidente Lula respondeu a perguntas de leitores de Minas Gerais, Ceará e Rio de Janeiro sobre redução de IPI, o programa Fome Zero e o custo de instrumentos de auxílio para pessoas com deficiência.
A funcionária pública Adriana Gomes, de Divinópolis (MG), pergunta sobre a possibilidade do governo tornar definitiva a medida de reduzir o IPI, já que deu tão certo. O presidente explicou que uma solução mais permanente está sendo discutida pelo Ministério da Fazenda com representantes do setor:

“(…) mas é preciso cautela, uma vez que as desonerações (IPI, IOF, PIS/Cofins e IR) já causaram queda de R$ 15,4 bilhões na arrecadação. E nós não podemos abrir mão de recursos indispensáveis para os programas sociais e investimentos. Temos que tratar o assunto com responsabilidade, de modo que ninguém saia prejudicado”.

O bancário Charles Nunes de Melo, de Fortaleza (CE), quer saber sobre o programa Fome Zero, se alcançou seus objetivos e mesmo se ainda existe. Lula lembrou ao leitor que o Fome Zero continua firme e forte, englobando 13 programas e 45 ações, tendo como carro-chefe o Bolsa Família, que hoje beneficia 12,4 milhões de famílias. Os resultados são positivos, afirmou o presidente:

“De acordo com a FGV, o índice de pobreza no Brasil caiu de 28%, em 2003, para 16%, em 2008. Vários outros programas integram o Fome Zero, como o Programa de Alimentação Escolar, que atende 35 milhões de estudantes, e o Programa de Aquisição de Alimentos da Agricultura Familiar, que beneficia tanto os agricultores – pela compra de seus produtos – como 10 milhões de pessoas que recebem os alimentos”.

Paulo Sérgio Silva de Souza, de Nova Iguaçu (RJ), pede mais atenção a pessoas que tenham algum tipo de necessidade especial – como sua filha, que é deficiente visual. Ele pergunta: “Por que os instrumentos de auxilio a estas pessoas são tão caros?” Lula lembrou ao leitor que toda pessoa com deficiência tem o direto de ser atendida nos serviços de saúde do SUS, desde os Postos de Saúde e Unidades de Saúde da Família até os Serviços de Reabilitação e Hospitais. E mais:

“Tem direito à consulta médica, ao tratamento odontológico, aos procedimentos de enfermagem, à visita dos Agentes Comunitários de Saúde, aos exames básicos e aos medicamentos que sejam distribuídos pelo SUS. Em todos os Estados estão sendo organizadas Redes de Serviços de Reabilitação. De 2003 a 2009, foram implantadas 53 unidades de reabilitação física, totalizando 156, e 137 unidades de saúde auditiva. Os Serviços de Reabilitação Visual tiveram suas normas publicadas para implantação no SUS em dezembro do ano passado. Agora, os estados e municípios estão em fase de identificação das unidades que formarão as redes nessa especialidade. Serão 75 unidades de referência em todo o país. Para o estado do Rio de Janeiro, onde você mora, está prevista a implantação de seis unidades de referência”.

Projeto Ouro e Clube Escolar Paraolímpico

Comitê Paraolímpico Brasileiro (CPB) lança nesta terça-feira (dia 3) dois projetos voltados para o desenvolvimento dos atletas que vão representar o país nos Jogos de Londres, em 2012, e principalmente no Rio de Janeiro, em 2016. São o programa Clube Escolar Paraolímpico, voltado para as categorias de base, e o Projeto Ouro, destinado aos melhores das modalidades individuais com potencial para ganhar medalha de ouro nos próximos Jogos Paraolímpicos.

É um investimento aproximado de R$ 2,2 milhões, oriundos da Lei Agnelo/Piva e da iniciativa privada.

O edital do Clube Escolar Paraolímpico, divulgado no site do CPB (www.cpb.org.br) a partir desta terça-feira, prevê a contemplação de programas voltados para atletas em idade escolar, devidamente matriculados e assíduos às aulas. As entidades têm 45 dias, a partir da publicação do edital, para apresentar sua proposta.

O CPB não repassará verba para as associações contempladas. Mas oferecerá condições físicas e/ou materiais para que o trabalho seja desenvolvido. No máximo, 20 projetos podem ser beneficiados. Eles serão avaliados por uma comissão formada por membros do departamento técnico do Comitê Paraolímpico Brasileiro e representantes das entidades filiadas ao CPB.

O início da avaliação das propostas está marcado para 15 de dezembro e o anúncio dos agraciados, em 11 de janeiro de 2010.

“Uma potência paraolímpica não se faz apenas com medalhas de ouro ou com a posição no quadro de medalhas de uma Paraolimpíada. É importante o investimento nos clubes para ampliar o acesso das pessoas com deficiência ao desporto visando identificar e recrutar talentos e preparar a geração Rio 2016”, explicou Andrew Parsons, presidente do CPB.

Ao mesmo tempo que investe na base, o Comitê incentiva quem está no topo da pirâmide. Os atletas que já são uma realidade no cenário internacional.ganham, a partir desta terça-feira, um projeto exclusivo, voltado para a conquista da medalha de ouro nos Jogos de Londres, em 2012.

Trata-se do Projeto Ouro. Somente os atletas de modalidades individuais com chances reais de ser campeão paraolímpico podem ser contemplados. Eles serão indicados pelas associações responsáveis. Desportistas do atletismo, natação, tiro esportivo, tiro com arco, ciclismo, esgrima, bocha, halterofilismo, hipismo, judô, remo, tênis, tênis de mesa e vela estão aptos à indicação.

Assim como no Clube Escolar Paraolímpico, o CPB não vai repassar a verba diretamente ao atleta. Ele terá um trabalho personalizado, de acordo com suas necessidades individuais para que possa manter-se no mais alto nível internacional de competição.

Na segunda quinzena de dezembro, serão anunciados os nomes. Eles se reunirão com o departamento técnico do comitê para traçar uma preparação personalizada visando campeonatos mundiais e Jogos Paraolímpicos.

“Este não é nosso único programa voltado para os atletas de alto rendimento. Continuamos com o trabalho efetivo com as seleções permanentes, onde a preparação é de nível elevado mas igual para todos. No Projeto Ouro, será um programa sob medida”, lembrou Parsons.

“Estamos entre os 10 maiores países medalhistas paraolímpicos, temos que continuar buscando medalhas de ouro”, completou. O Brasil foi o 9º colocado nos Jogos Paraolímpicos de Pequim, com 47 medalhas, sendo 16 de ouro.

Maiores informações: www.cpb.org.br

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Lula recebe prêmio na Inglaterra por sua atuação na política econômica e social.

Na próxima quinta-feira (5) o presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebe, em Londres, na Inglaterra, prêmio concedido pela Chatham House como forma de reconhecimento por sua atuação nas relações internacionais e na condução da política econômica e social brasileira.

A Chatham House, instituto de assuntos internacionais do Reino Unido, concede o prêmio anualmente e premia Lula como forma de reconhecimento por sua atuação no sentido de reduzir a pobreza no Brasil por meio de políticas econômicas que mantiveram o equilíbrio fiscal e evitaram o aumento da inflação.

O site da Chatham House cita também a atuação de Lula na solução de crises regionais e o estabelecimento da missão de paz no Haiti, além do fortalecimento da inserção do Brasil no cenário global e sua atuação para fomentar o consenso nos foros multilaterais econômicos e comerciais.

O presidente Lula estará em Londres nos dias 4 e 5 e, além da premiação, terá encontros com o primeiro-ministro do Reino Unido, Gordon Brown, e com a rainha Elizabeth II.

sábado, 31 de outubro de 2009

Aniversário do Presidente Lula.

A foto ao lado foi do momento em que estive no evento promovido pelo Partido dos Trabalhadores em Brasila para comemorar o aniversário de 64 anos do Presidente Lula. Entreguei a ele uma camiseta do evento "Feijoada com Pipoka" da Federação de Basquetebol em Cadeira de Rodas do DF.

Arena indígena ficará como legado do esporte para educação ambiental em Paragominas

A Arena Círculo Indígena construída dentro do Parque Ambiental de Paragominas (PA), para receber os Jogos dos Povos Indígenas de 2009, não será desmontada depois dos jogos. Após a competição, de 31 de outubro a 07 de novembro, o espaço será mantido e servirá de legado para os moradores da região, principalmente estudantes da rede pública. O município tinha a triste referência de “cidade desmatadora”. Hoje é conhecido como “o município que mais combate o desmatamento em todo o estado do Pará”, superando o número de 50 milhões de árvores nativas reflorestadas. Com o fim dos jogos, o espaço será destinado às aulas práticas de Educação Ambiental.

Foi graças ao Município Verde, projeto desenvolvido há mais de um ano pela prefeitura de Paragominas, que essa realidade mudou para melhor. A iniciativa, liderada pelo prefeito Adnam Demachki, com apoio de seu secretariado, envolve atividades diferenciadas de conscientização popular, como a inclusão de aulas de Educação Ambiental no currículo escolar. As disciplinas de História, Geografia e Língua Portuguesa contam com informação contínua para trabalhar a transversalidade junto aos estudantes, utilizando conteúdos das matérias direcionados à preservação da natureza.

A preservação da tradição indígena é outra ação desenvolvida pelo Município Verde. Paragominas atende a 11 aldeias indígenas das etnias Ka`apor e Tembé. Em todas elas, a prefeitura realizou investimentos que envolvem a construção de infraestrutura física de alvenaria, com salas arejadas e banheiros, energia elétrica, televisão e até computadores com internet. A maioria dos professores responsáveis pela educação do ensino fundamental (do 1º ao 9º ano) é de indígenas que saíram e depois retornaram às suas aldeias para investir na manutenção da cultura de seu povo.

“Os alunos têm aulas bilíngues, ou seja, ministradas nas línguas Portuguesa e da etnia a que pertencem”, conta o prefeito, ao antecipar as surpresas programadas para a abertura dos Jogos Indígenas. Segundo ele, os estudantes indígenas estão treinando o Hino Nacional na língua Tembé para apresentarem durante a solenidade, às 17h30 do próximo sábado (31).

Outra novidade anunciada por Adnam Demachki é a criação do Bosque dos Povos Indígenas. “Numa área próxima à arena, visitantes, índios e não-índios irão plantar mudas nativas durante a realização dos Jogos Indígenas”, revela o prefeito, ao justificar o motivo pelo qual esta edição dos jogos recebe o nome de Olimpíada Verde.

Para a décima edição dos Jogos Indígenas é esperada a participação de 1.300 indígenas de 33 etnias brasileiras. Serão oito dias de competições, envolvendo 10 modalidades esportivas tradicionais e ocidentais. O evento terá também apresentações culturais, demonstrações de lutas corporais, culinárias, artesanatos, danças indígenas e regionais, além do Fórum: Esporte e a Tecnologia da Informação, programados para os dias 1º e 02 de novembro, sempre as 9h30, no Auditório do Parque de Exposição.