terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Surf é usado na reabilitação.

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Acompanhe o drama de um menino de nove anos que perdeu um braço em um acidente, brincando de surf nos trens. Depois do acidente, ele encontrou no surf, o esporte, um meio de se recuperar mais rápido.

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

O recomeço de um bombeiro

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Um bombeiro que perdeu as pernas em um acidente, hoje próteses modernas para competir no triatlo. E ele ganhou um apelido por ser tão rápido: ele é chamado pelos companheiros de perna elétrica.

Comitê Paraolímpico divulga lista de atletas do Projeto Ouro

Lançado em dezembro do ano passado, o Projeto Ouro irá auxiliar os 11 melhores atletas paraolímpicos brasileiros após indicação de suas respectivas associações nacionais e de uma avaliação criteriosa do departamento técnico do CPB sobre as reais chances de cada um deles de conquistar o ouro paraolímpico.Os beneficiados se reunirão com o departamento técnico do CPB, com seu técnico, um representante do seu clube e membros da comissão técnica da seleção brasileira de sua modalidade, para definir seu calendário e planejamento de metas até 2012.O CPB não vai repassar a verba diretamente ao atleta. Além de participar da seleção brasileira, ele terá um trabalho personalizado, de acordo com suas necessidades individuais para que possa manter-se no mais alto nível internacional de Competição.O diretor técnico do Comitê paraolímpico, Edílson Alves Tubiba, deu detalhes deste auxílio que será recebido pelos atletas de primeira linha do Brasil. "O CPB dará ao atleta tudo que ele precisar para se manter em altíssimo nível, menos dinheiro. Então, se ele precisar de uma melhor estrutura física, de equipamentos melhores, assistência médica especializada, psicológica, viagens para competir com os melhores do mundo, tudo. Menos dinheiro", explicou Edílson.Vale lembrar que este é um programa aberto. Assim, atletas poderão ser incluídos ou excluídos dele daqui até 2012, de acordo com suas chances de êxito nas paraolimpíadas de Londres.Já o presidente da entidade, Andrew Parsons, comemorou a nova medida. "Com este programa, o CPB procura oferecer as melhores condições de preparação aos atletas com maior potencial de conquista de uma medalha. "A evolução do esporte paraolímpico no mundo inteiro faz com esse tipo de iniciativa seja necessária para que possamos avançar no quadro de medalhas", destacou o presidente.O Brasil foi o nono colocado nos Jogos paraolímpicos de Pequim, com 47 medalhas, sendo 16 de ouro. Apesar de brigar com potências muito mais fortes economicamente como Rússia e Canadá, o CPB trabalha para melhorar esta colocação em 2012 e sabe que as medalhas de ouro serão fundamentais nessa disputa.

Confira a lista de atletas:

Atletismo - Jonathan de Sousa Santos, Lucas Prado, Odair Ferreira dos Santos, Shirlene dos Santos Coelho, Terezinha Guilhermina

Bocha - Dirceu José Pinto,Eliseu dos Santos

Ciclismo - Soelito Ghor

judô - Antônio Tenório da Silva

Natação - André Brasil Esteves, Daniel de Faria Dias

Revelação do futebol feminino está em cadeira de rodas.

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Sonho interrompido. Grave acidente Tirou de Kátia Cristina, jovem promessa do futebol, a chance de defender a Seleção Brasileira. Foi acidente de carro. Agora, ela está em uma cadeira de rodas e luta para tentar voltar a andar.

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Conferência Nacional do Esporte será lançada hoje.

O ministro do esporte, Orlando Silva, lança hoje (21), às 17h, no Palácio Itamaraty, a 3ª Conferência Nacional do esporte. Estarão presentes na cerimônia o presidente da conferência, Wadson Ribeiro, a atleta do salto em distância Maurren Maggi, o nadador paraolímpico Clodoaldo Silva, o ex-jogador de futebol Bebeto, o mesatenista Hugo Hoyama e o iatista Robert Scheidt. O encontro será realizado entre os dias 3 e 6 de junho, mas até maio haverá etapas municipais, regionais e estaduais. A expectativa é de que de 1º de fevereiro a 11 de abril ocorram 350 etapas municipais e ou regionais. Entre 1º de março e 5 de maio, deverão ser realizadas as etapas estaduais, em que o Ministério do esporte espera que as 27 unidades da federação realizem conferências locais e levem a população a debater o Plano Decenal do esporte e Lazer

Visa estende apoio a Comitê Paraolímpico.

Fonte: MÁQUINA DO ESPORTE (SP) • ÚLTIMAS NOTÍCIAS • 20/1/2010 • 15:01:.00.

Patrocinadora do Comitê paraolímpico Internacional desde 2002, a operadora de cartões de crédito Visa anunciou nesta semana uma renovação no vínculo com a entidade. O novo contrato tem validade até 2012, incluindo os Jogos de inverno deste ano, em Vancouver, e a próxima edição de verão, em 2012, em Londres. O contrato de patrocínio mantém a Visa como parceira oficial de seu segmento e único cartão aceito nos Jogos paraolímpicos. Além disso, a empresa tem direito a uma série de espaços para publicidade estática, expõe seu logo em todo o material de divulgação de eventos promovidos pelo comitê e pode desenvolver promoções ou ações de ativação. "Nós estamos dedicados a continuar o patrocínio e o sucesso dos Jogos paraolímpicos, dos atletas participantes e de todo o movimento paraolímpico. Com mais de 500 milhões de pessoas no mundo vivendo com alguma deficiência, nós entendemos a importância de apoiar essa comunidade", disse Antonio Lucio, diretor de marketing da Visa, que foi a primeira patrocinadora global do Comitê paraolímpico Internacional. A renovação do patrocínio assegura a continuidade do hall da fama mantido pela Visa, criado em 2006 para homenagear os destaques do esporte paraolímpico. Também garante a manutenção de um time de atletas patrocinados pela empresa. "Estamos satisfeitos por essa ampliação do contrato com a Visa, que contribui para o fortalecimento dos Jogos Olímpicos e para as conquistas de atletas paraolímpicos em todo o mundo. O envolvimento da Visa, através de tecnologia, expertise, produtos e pessoal, é fundamental para a realização dos Jogos", disse Philip Craven, presidente do Comitê paraolímpico Internacional.

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Brasiliense é top 30 no tênis paraolímpico mundial.

GLOBO ESPORTE DF (DF) • REPORTAGEM • 19/1/2010 • 12:40:00 • GLOBO
Repórter: André Barroso

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2009 foi um ano de muitas comemorações para Carlos Jordan. O piauíense é o primeiro brasileiro a figurar entre os 30 melhores atletas do Tênis paraolímpico mundial. Segundo Carlos Jordan, o apelido vem dos tempos em que ele jogava basquete, mas agora o Tênis virou sua prioridade. Aos 39 anos de idade, Jordan já ganhou a medalha de ouro no Para-Panamericano do Rio em 2007 nas duplas.

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Cresce em 26 % a arrecadação do CPB nos valores repassados pela loterias em 2009.

O Comitê Paraolímpico Brasileiro teve um crescimenteo de 26% em 2009 nos valores repassados pela lei Agnelo Piva visto que em 2008 haviam sido repassados aos cofres do CPB o valor de 16,8 Milhoes e em 2009 este valor saltou para 21,2 milhões.
Com R$ 480 milhões recebidos em 2009, o esporte foi um dos principais beneficiados das loterias federais da Caixa Econômica.
O valor é 25% superior ao de 2008 – R$ 385 milhões.
De todos os repasses das loterias, o Ministério do Esporte foi o principal recebedor, com R$ 307,3 milhões, incremento de 21% sobre o último exercício.
No total das 10 loterias, a Caixa teve arrecadação recorde de R$ 7,3 bilhões, que corresponde a R$ 5,8 bi a mais que em 2008.
COB
Para o Comitê Olímpico Brasileiro foram destinados R$ 119,8 milhões, ou seja, teve “lucro”, pois a previsão inicial do próprio COB era receber os mesmos 93,8 milhões de 2008.
Os dados foram divulgados hoje pelo vice-presidente de Fundos e Loterias, Moreira Franco, no Rio de Janeiro.
Confira os repasses para o esporte (em milhões):
Além do esporte, outros setores do governo federal foram contemplados com os recursos das loterias.
A Educação recebeu R$ 649 milhões, 29% a mais que em 2008, e a Cultura R$ 207 milhões.
Seguridade Social, com R$ 1,2 bilhão, e a Receita Federal, R$ 717 milhões, foram os principais beneficiados na área governamental.

Mais um brasiliense em destaque Mundial no Tenis em Cadeiras de Rodas.

CORREIO BRAZILIENSE (DF) • ESPORTES • 19/1/2010 - Ananda Rope

Somente para as melhores

Natalia Mayara vai se tornar a primeira brasileira a participar do Masters Cup Juvenil, torneio que reúne apenas as quatro principais tenistas em cadeira de rodas do mundo. Competição começa em 28 de janeiro, na França

Aos 15 anos, Natalia Mayara vai se tornar a primeira brasileira a participar do Masters Cup Juvenil. A pernambucana radicada em Brasília, quarta melhor tenista em cadeira de rodas do mundo, de acordo com o ranking da International Tennis Federation (ITF), embarca no próximo sábado para a França. “É tudo novo para mim. Comecei a jogar Tênis há dois anos e meio e já venci competições importantes. Ser a primeira brasileira a participar do Masters Cup é uma grande responsabilidade, mas estou pronta para o desafio”, garante. A Competição, que começa em 28 de janeiro, é restrita às quatro melhores tenistas do ranking ITF, que competirão entre si. “Será feita uma chave para todas jogarem contra todas. Das tenistas que participarão, só conheço a Mackenzie Soldan (EUA), que me venceu no Mundial da Inglaterra no ano passado” conta. “Para o jogo contra ela, tenho estudado uma estratégia, porém, contra as outras eu não tenho ideia de como será. Já vi alguns vídeos delas jogando, mas só.” As outras adversárias de Natalia são a inglesa Jordanne Whiley e a japonesa Yui Kamiji, as melhores do mundo. Para enfrentá-las, a candanga tem treinado três horas diariamente. Ela, que já tem o saque e a batida fortes, quer aprimorar a habilidade de troca de bola para dar trabalho às outras jogadoras. “O Tênis é um jogo de quem erra menos. Ainda tenho um pouco de dificuldade em manter a troca de bola, mas tenho me esforçado para superá-la.” Com seu treinador, Wanderson Cavalcanti, em férias, Natalia conta com a companhia e o apoio dos colegas de quadra e líderes do ranking nacional de Tênis em cadeira de rodas: Rejane Candida, Carlos Alberto dos Santos e Rômulo Soares. “A Natalia é o futuro do Tênis feminino no Brasil. Não basta ter técnica, tem que ter cabeça, maturidade. Por isso, sempre puxamos a orelha dela e fazemos o possível para vê-la evoluir. É a nossa mascote”, brinca Rômulo. “Ela tem potencial para brilhar no esporte, que ainda conta com poucas mulheres. Já vi muitas começarem e desistirem. Nosso esforço é voltado também para que Natalia não desanime”, emenda Rejane. ACIDENTE EM RECIFE Em 26 de setembro de 1996, Natalia, então com 3 anos de idade, estava com a mãe em uma das paradas de ônibus da Avenida Agamenon Magalhães, em Recife, quando um ônibus subiu na calçada e atropelou a menina. O acidente foi tão grave que ela sofreu edema cerebral, diversas escoriações e teve as pernas amputadas. Internada por 95 dias, a menina foi operada 12 vezes. Aos 8 anos, Natalia veio a Brasília para tratamento na Rede Sara Kubitschek com a família e aqui ficou. Conheceu o esporte para portadores de necessidades especiais aos 12 anos, com a Natação. Depois, migrou para o Tênis. E não parou mais. CATEGORIAS DA MODALIDADE » Quad: comprometimento funcional em três ou mais extremidades. » Open: comprometimento dos membros inferiores. "Ser a primeira brasileira a participar do Masters Cup é uma grande responsabilidade, mas estou pronta para o desafio"

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Área publica necessita investimento e manutençao.

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Paraaltetas são exemplos

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O exemplo democrático do Remo

Depois do Atletismo, é da Confederação Brasileira de Remo que vem o mais recente atualização de estatutos, num processo de abertura da entidade, inclusive com composição inovadora do conselho fiscal.
Apesar de a assembléia, no sábado, não ter aprovado o voto individual para atletas e técnicos, os avanços são expressivos.

Mandatos e votos

Os mandatos serão de quatro anos, permitida apenas uma reeleição.
E, além das federações, também os clubes terão direito ao voto, desde que, no ano anterior à eleição tenham participado de um dos três mais importantes eventos da CBR: Campeonato Brasileiro, ou da Copa Norte/Nordeste ou da Copa Sul.
Como o mandato do atual presidente terminaria somente em agosto de 2013, Wilson Reeberg inseriu na proposta aprovada que o mesmo se encerre em novembro de 2012, para a que próxima eleição seja feita dentro das novas regras.
Ligas
As ligas – previstas na legislação esportiva – também poderão se associar à CBR, assim como as entidades nacionais de atletas, técnicos e árbitros, todos com direito a voto.
Porém a Assembléia Geral não concedeu o voto individual a atletas, técnicos e árbitros CBR, como proposto pelo presidente Wilson Reeberg, mas apenas ao órgão representativo.

Conselho Fiscal

Ao contrário do que acontecia, quando o Conselho Fiscal era formado por pessoas convidadas pelo candidato a presidente, a partir da próxima eleição a assembléia geral elegerá pessoas indicadas pelos clubes, federações, ligas ou associações nacionais. O candidato a presidente não terá nenhuma participação no processo, o que garantirá independência total dos conselheiros.

Palavra do Presidente

“Sabia que esta proposta (voto de atletas e técnicos) era bastante forte e para ser aprovada exigiria o empenho de todas as categorias beneficiadas, o que não se viu. Sem trabalho não existem milagres. Mas estou muito satisfeito com o resultado da assembléia, porque demos um grande salto no sentido da democratização, com a inclusão dos clubes, ligas e das associações nacionais de diversas categorias. E também avançamos na moralização, com as novas regras para filiação e direito de voto de ligas e federações. Espero agora que atletas, técnicos e árbitros CBR organizem suas entidades representativas, para que possam participar das grandes decisões do remo brasileiro”, disse Wilson Reeberg.

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Tem esporte novo na cidade.

CORREIO BRAZILIENSE (DF) • ESPORTES • 13/1/2010.
Vejam matéria e o vídeo no Link abaixo: http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia182/2010/01/13/esportes,i=166112/COM+BOLA+DE+VOLEI+EM+QUADRA+DE+BASQUETE+TETRAPLEGICOS+DO+DF+APRENDEM+A+PRATICAR+RUGBI.shtml


Com bola de vôlei em quadra de basquete, tetraplégicos do DF aprendem, de forma improvisada, a praticar a acirrada modalidade

PATRÍCIA BANUTHA


A quadra é a mesma do basquete. A bola é a do vôlei. Mas o que eles jogam é Rúgbi em cadeira de rodas. A modalidade, em um primeiro momento, parece ter pouco a ver com o tradicional e muitas vezes violento Rúgbi, que pode ser resumido como um futebol americano em que os praticantes não usam proteções. Partindo desse princípio, quem já viu um jogo de Rúgbi pode até imaginar que, em sua versão adaptada, o contato é eliminado pelo fato de os praticantes estarem em cadeiras de rodas. O pensamento, entretanto, não é correto. Assim como no Rúgbi tradicional, a rivalidade na categoria parolímpica é grande. Apesar de o choque entre os para-atletas não ser permitido — caso ocorra, pode resultar em penalidades — , o contato entre as cadeiras, com direito a muitas quedas durante a partida, ocorre frequentemente. E, por incrível que pareça, essas características não colocam medo naqueles que estão começando. Ao contrário, segundo os próprios paradesportistas, esse é o maior atrativo do esporte. Apesar de o Rúgbi em cadeira de rodas participar das paraolimpíadas desde 1996, quando estreou em Atlanta, a modalidade adaptada demorou a surgir no país do futebol. E até hoje ainda conta com poucos praticantes. A primeira equipe brasileira, a Centro de Referência Guerreiros da Inclusão, apareceu no Rio de Janeiro, em 2005. No último campeonato brasileiro, que ocorreu no ano passado, em Paulínia (SP), somente cinco equipes disputaram o título. Para mudar essa realidade, desde o ano passado a Associação Brasileira de Rúgbi em cadeira de Rodas, entidade responsável por organizar a modalidade no país, busca difundir o esporte, incentivando a criação de equipes em diversas partes do Brasil. O objetivo, segundo o diretor técnico da entidade e ex-técnico da Seleção Brasileira, Carlos Sig Martins, é descobrir novos talentos que possam integrar a Seleção Brasileira. “O Brasil tem muitos bons para-atletas. Mas precisamos criar mais equipes para aumentar o universo para as escolhas”, afirmou. Assim, no fim do ano passado, surgiram em Brasília o Águias, no Gama, e o Búfalos, em Ceilândia, encerrando o jejum brasiliense de times na modalidade. “De repente está escondido aqui um ótimo jogador”, destacou Sig. Brasileiro deverá ser jogado em Brasília De acordo com o calendário da Associação Brasileira de Rúgbi em cadeira de Rodas, o campeonato Brasileiro da modalidade está programado para acontecer em abril, em Brasília. A expectativa dos organizadores é de que 10 equipes participem da Competição. Seguindo em frente Indicado ao Oscar em 2005, o documentário Murderball paixão e glória mostra a rivalidade entre jogadores de Rúgbi em cadeira de rodas. O filme relata pessoas que, para superarem o problema, se apegam a um esporte que promete contato físico e uma boa dose de agressividade. Os personagens se abrem para as câmeras e revelam todos os detalhes de suas personalidades, dando mais que uma lição de vida e mostrando que é possível seguir em frente e ser especial depois de uma tragédia. Atraso de três meses nos treinos das Águias A equipe do Águias planejou o início dos treinos para cerca de três meses atrás. Porém, devido a uma reforma na quadra do Centro de Atenção Integral à Criança (Caic), do Gama, local onde as atividades seriam desenvolvidas, os planos tiveram de ser adiados. Com isso, somente na tarde da última sexta-feira foi que o time pôde ter o primeiro contato com o esporte. O presidente da Associação dos deficientes do Gama e Entorno (ADGE), Luís Maurício Alves dos Santos, aproveitou a passagem de Carlos Sig Martins pela capital e o convidou para dar a primeira aula ao Águias. A maioria dos jogadores que compareceram à quadra do Caic já conhecia o Rúgbi em cadeira de rodas por causa do filme Murderball paixão e glória. Mas eles não sabiam as regras do jogo. Depois de uma breve explicação, os alunos se arriscaram em algumas jogadas. E garantem ter adorado. Raphael Lucena, 26, foi o que mais se destacou. Demonstrando vontade de aprender e um excelente preparo físico, ele aprovou a experiência. “Eu estava empolgado. Estava até pensando em ir para o Rio fazer um treino com o pessoal de lá, mas acabou não dando. Como primeiro dia, gostei muito”, avaliou Raphael, operador de telemarketing que, em 2004, depois de pular em um rio e bater a cabeça, ficou tetraplégico. Praticante de basquete há pouco mais de um ano, Raphael disse que o que mais chamou a atenção foi o fato de ser um esporte de muito contato. “O Rúgbi tem essa coisa da pancada. Isso provoca uma adrenalina maior”, declarou o novato, que já sonha em um dia fazer parte da seleção. “Quem sabe não consigo?” Influenciado pelo filme Aos 33 anos, Francisco Roques Martins contou que se animou a ingressar no time de Rúgbi do Gama depois que assistiu ao filme Murderball. “Depois que assisti ao filme, pensei: ‘É nesse esporte que a gente tem que detonar’.” A professora de educação física Kátia Siqueira, que deve ser a treinadora do grupo do Gama, disse que primeiro os paraatletas passarão por uma adaptação para o uso da cadeira e receberão um treinamento para ficarem condicionados fisicamente. Só depois, iniciarão as atividades com a bola. Kátia espera que em três meses os jogadores estejam preparados para disputar campeonatos. Os Búfalos têm pressa O time da Ceilândia, de acordo com o presidente do Movimento Habitacional e Cidadania da pessoa com deficiência (Mohciped), José Afonso Costa, já com conta com 10 para-atletas, entre homens e mulheres. Apesar de os treinos ainda não terem começado e a equipe nem mesmo ter um treinador, Costa garante que todos estão muito animados para começar a nova modalidade. “Tudo é novo para a gente. Os para-atletas ficam me cobrando a toda hora quando vamos começar. Eles estão ansiosos para conhecer e aprender o esporte. Alguns já têm experiência com o basquete, mas com o Rúgbi nenhum tem”, contou o presidente do Mocihped, que aguarda otimista uma resposta do Ministério do esporte sobre a liberação de uma verba, prevista pela Lei de Incentivo ao esporte, para a aquisição de cadeiras de rodas próprias para a prática do Rúgbi. A grande sacada De acordo com o Carlos Sig Martins, as adaptações no Rúgbi foram feitas para facilitar a prática do esporte por cadeirantes e proporcionar aos tetraplégicos mais uma modalidade. Em geral, portadores dessa lesão praticavam a Bocha, o Tênis de mesa e, em alguns casos, o basquete. “A grande sacada do Rúgbi foi facilitar o esporte. A bola oval, que é pesada e difícil de ser segurada, foi substituída pela de vôlei, que é leve e encontrada em qualquer lugar. A quadra de basquete também fica fácil de encontrar”, explicou Carlos Martins. Por conta disso, praticar o Rúgbi em cadeira de rodas tornou-se simples. O único instrumento particular da modalidade é a cadeira de rodas, desenhada especificamente para dar mais estabilidade à pessoa deficiente e protegê-la de lesões. Contudo, até mesmo aí é possível improvisar. Como no Brasil a cadeira de rodas específica ainda não é fabricada, muitas equipes, no início, utilizam as do basquete, que têm uma estrutura parecida e viabilizam a prática do jogo.


Vejam matéria e o vídeo no Link abaixo:

http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia182/2010/01/13/esportes,i=166112/COM+BOLA+DE+VOLEI+EM+QUADRA+DE+BASQUETE+TETRAPLEGICOS+DO+DF+APRENDEM+A+PRATICAR+RUGBI.shtml

sábado, 9 de janeiro de 2010

CBB - Lições que temos que aprender.

Caros,

Um espaço de grande debate sobre o Basquete Brasileiro neste momento é o Blog do José Cruz.

Muitas situações se referem a má gestão da Direção anterior da CBB e que está impactando a gestão atual. Auditorias , processos , devoluções de recursos de patrocínios , falta de transparência, problemas de comunicação com o movimento.. Penso que de uma certa forma o que acontece no "basquetebol andante" afeta indiretamente a nossa modalidade.



Portanto encaminho o Link para que todos possam se interar da situação da CBB.



http://blogdocruz.blog.uol.com.br/


Temos muito que aprender com esta situação que o "basquetebol andante" atravessa , pois como eu já falei indiretamente afeta nossa modalidade.

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Basquete pela natação

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Ele prativcava basquete mas um acidente aos 21 anos deixou Gabriel Feiten tetraplégico e longe das quadras. Com tratamento e força de vontade ele recuperou os movimentos do braço e voltar a ser atleta. Só que agora de outro esporte.
JORNAL VISUAL (DF) • REPORTAGEM • 5/1/2010 • 12:25:00 • TV BRASIL

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Ex-BBB participará da São Silvestre em cadeira de rodas

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A vida do ex-Big Brother, Fernando Fernandes, mudou muito. Com 28 anos, uma batida de carro fez que Fernando fraturasse a vértebra e lesionasse a medula fazendo com que o ex-modelo internacional perdesse os movimentos das pernas. No hospital Sara Kubistchek, em Brasília, cada passo é uma vitória. O esporte faz parte da fisioterapia diária. Fernando usará uma cadeira de rodas especial e irá participar da São Silvestre.

GLOBO ESPORTE (RJ) • REPORTAGEM • 31/12/2009 • 12:50:00 • GLOBO

Atleta do DF é exemplo de superação.

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A REDE RECORD TEM SIDO UMA GRANDE DIVULGADORA, NÃO SÓ DAS MODALIDADES OLIMPICAS, COMO TAMBEM AS PARAOLIMPICAS.

Vejam mais esta excelente matéria !!

Cláudio é assistente administrativo do metrô, mas no fim do expediente ele troca o escritório pela quadra de volêi. Mesmo com um perna mecânica o atleta é um dos mais temidos do time.